Ciúme – de quem é o problema?

Quando a gente sente aquele medo de perder alguém ou de ser trocada por outra pessoa – o sentimento em questão diz respeito a quem? Tem mais a ver com quem somos e com as nossas próprias percepções ou é uma consequência do comportamento das pessoas com quem convivemos? O que você acha?

 

Na verdade, eu nem gosto de me referir ao ciúme como um “problema” porque, nem sempre ele é realmente um problema. O ciúme é um sentimento como qualquer outro, basta sabermos lidar com ele. Ele passa a ser um problema apenas quando e se começa a prejudicar nossa vida e nossas relações. Quando permitimos que ele cresça dentro de nós, ele pode tomar proporções enormes e fazer com que a gente perca a cabeça e faça até loucuras. E tudo isso com o intuito de “defender o que é nosso”, não é mesmo?

No entanto, nos esquecemos que, quando se trata de pessoas, nós não “temos” ninguém, não “possuímos” ninguém. Então, a sensação de posse é totalmente irreal. E esse medo de “perder” quem amamos surge da nossa própria insegurança, da nossa baixa autoestima e, principalmente, da falta de confiança em nós mesmas. E é isso que a gente revela para o outro quando sente ciúme dele: demonstramos que há algo em nós que não anda bem. Ou seja, o ciúme tem muito mais a ver com quem sente do que com o comportamento do outro, propriamente dito.

Talvez você não concorde com o que acabou de ler, pois seja como muita gente que, quando admite sentir ciúme, já vai logo arranjando uma justificativa: “é que ele não me passa confiança”, ou “é que ele dá muito mais atenção a outras pessoas do que a mim”. Há até quem diga: “mas, eu tenho razões para sentir ciúme, pois já fui traída por ele”. Acertei? Então, para essas pessoas, a culpa do ciúme sempre é do outro, não é mesmo? Só que, na minha opinião, não é bem assim.

Primeiro, porque não podemos culpar ninguém por algo que nós mesmas sentimos. Temos que ter autorresponsabilidade não só por aquilo que fazemos e dizemos, mas também pelo que sentimos. Segundo, porque só confiamos no outro quando temos, antes, confiança em nós mesmas, em nossos sentimentos, nas nossas capacidades e no fato de que somos amadas, que somos especiais e merecemos o melhor. E, terceiro, porque temos que levar em conta duas questões extremamente importantes nas nossas relações: ESCOLHAS e LIMITES. A escolha de estar ao lado de alguém que tem determinado tipo de comportamento que nos provoca ciúme é nossa. Não somos obrigadas a conviver com quem quebrou nossa confiança, com quem nos desperta medo e insegurança. A escolha é nossa. Talvez você diga que o faça por amor. Tudo bem, mas ainda assim é uma escolha sua, percebe?

E o fato de amar alguém não quer dizer que devamos tolerar todo e qualquer tipo de comportamento do outro. Tolera quem se sente insegura, não se valoriza, não confia em si mesma e não se ama o suficiente. E, sim, amar-se também é imprescindível num relacionamento. E quem se ama de verdade e se valoriza, coloca limites.

Se você ainda está pensando que o ciúme pode surgir da vontade de estar junto para sempre, pare e pense: junto para sempre em que condições? Você gostaria de viver num relacionamento em que sofre com o que sente e tenha que lutar constantemente para garantir a sua segurança? Não permita que o seu medo vença e que o ciúme tome conta de você e reja seus relacionamentos. Tenha autorresponsabilidade pelos seus sentimentos, pelas suas escolhas e imponha seus limites. Empodere-se, Amarilda! Assim você certamente conseguirá combater o ciúme ou, ao menos, conviver com ele de uma forma mais saudável.

 

CI%C3%9AME+PROBLEMA.jpg

Por que a gente terminou, mesmo?

Há um efeito muito comum ligado ao fim dos relacionamentos amorosos: não importa por quem a decisão tenha sido tomada, quando chega o fim, costumamos nos lembrar apenas dos motivos pelos quais iniciamos a relação. As razões pelas quais ela terminou perdem intensidade. Por que será?

 

Sabe quando a gente tem certeza de que a relação não vai mais dar certo, que já tentou tudo o que podia e que a melhor solução é seguir cada um para o seu lado? Mas, por que será que, mesmo assim, quando o relacionamento efetivamente termina, o filme que fica passando na nossa mente é aquele em que aparecem apenas os motivos pelos quais ficamos juntos lá no início? A tristeza e o luto que marcam o final do ciclo de um relacionamento amoroso são inevitáveis e perfeitamente normais. E, no meio da dor, os motivos pelos quais a relação acabou parecem ficar em segundo plano e as boas memórias e a tristeza pelo que poderia ter sido prevalecem.

Muitas vezes, a pergunta que ecoa nesse momento de desconforto profundo é: “Por que a gente terminou, mesmo?”. Isso acontece com muito mais frequência do que você imagina. Especialmente com quem termina uma relação sem brigas e sem um grande trauma. “Ah, ele era tão romântico”, “costumávamos fazer tanta coisa juntos”, “ele sempre me levava aos lugares de que eu mais gosto”, “nos divertíamos muito juntos” são algumas frases que podem vir à mente, junto a suspiros de nostalgia e à dúvida: “será que fiz(emos) a escolha certa, ao terminar?”.

A questão é que, mesmo nos casos mais complicados e dolorosos, em que haja ocorrido uma traição, por exemplo, ainda assim, as lembranças boas tendem a prevalecer sobre aquelas não tão boas.  Como um mecanismo de defesa contra a dor e a tristeza, nosso subconsciente nos leva lá para o começo da relação – onde tudo era maravilhoso e idealizado. Sim, toda relação começa com paixão, atenção, cuidado, curiosidade, admiração e carinho redobrados. Queremos tanto que dê certo que, muitas vezes, até optamos por passar por cima de alguns valores e daquilo que verdadeiramente desejamos em uma relação. E só nos damos conta disso quando a rotina chega, quando nossos sonhos já não parecem ser algo em comum e quando precisamos repensar nossas escolhas.

 

A vontade de fazer dar certo como no começo volta quando terminamos?

Será que quando a relação termina, voltamos àquele estado de positividade de quando iniciamos o romance e desejamos que tudo dê certo? Não há como saber se acontece da mesma forma com todo mundo, mas que a nostalgia do começo e o desalento pelo que perdemos de bom aparecem com o final, não se pode negar. “E se tentássemos mais um pouco só dessa vez?” – sussurra nosso coração cheio de (falsas) esperanças.

A verdade é que o melhor a fazer é sempre focar na realidade. Busque esquecer, apenas durante o período de luto, o romantismo dos primeiros tempos. É claro que ele é maravilhoso e é o que nos move no início de um relacionamento a dois. Mas a realidade mesmo, acontece no dia a dia. A rotina de um casal é feita de momentos felizes e outros nem tanto, de alegrias e desentendimentos, de conexões profundas e fases de distanciamento. Mas, se vocês terminaram, muito provavelmente é porque a balança estava pendendo mais para o lado não tão positivo, certo? Se o que pesou foi a falta de compatibilidade, as divergências de opiniões, de desejos e de objetivos individuais, e as diferentes prioridades, mais vale focar na realidade. Não há porque fantasiar com os encantos dos primeiros tempos se eles viraram apenas lembranças.

E não me entenda mal! Eu não digo que os momentos felizes e encantadores devem ser esquecidos! Esses, sim, são os que devem ficar quando você se lembrar daquela pessoa no futuro. No entanto, no primeiro momento após o término, na fase de luto, o que deve prevalecer são os motivos e as decisões quem levaram o casal a colocar um fim no relacionamento. Foco no aqui e agora, foco na realidade e nas razões que nos trouxeram até o que vocês estão vivendo no presente.

Ter um bom nível de autoconhecimento ajuda bastante no término dos relacionamentos. Só entendendo nossos reais objetivos de vida, nossos desejos profundos e nos dando o devido valor é que podemos entender com mais clareza que o período saudoso do fim é uma forma de nos despedirmos da relação, de aprender com o que passou, de sermos gratas pelo que foi. Deixe ir. Assim, novos amores poderão surgir, no tempo certo.

terminar por que.jpg

Clube da Ciumenta – o que é e para quem é?

Se você já entendeu que sofre com o ciúme e que isso prejudica as suas relações, encontrar pessoas que passam pelas mesmas situações, trocar ideias e gerar conexão pode ser uma ótima saída. Conheça o Clube da Ciumenta!

Brigas, discussões, necessidade de controle, apego, possessividade, solidão, dor, sofrimento – quantas dessas palavras fazem parte das suas relações atuais? Já falamos por aqui o quanto sentir ciúme é perfeitamente normal entre nós, seres humanos. O que varia é a intensidade e a forma como cada um de nós lida com ele. Tem gente que tem crises de ciúme seríssimas e perde a cabeça. Tem gente que sente, mas consegue disfarçar bem. Muita gente acaba sofrendo calada por medo da exposição, de julgamentos e até da reação que o ciúme pode causar no outro. Mas, a verdade é que, no fundo, somos todas ciumentas em algum nível.

Sendo assim, vale enfatizar que quando passamos por dificuldades em nossa vida (como a de lidar com o ciúme, por exemplo) uma das melhores formas de autocuidado pode ser a terapia em grupo. Poder contar com uma rede de apoio, que gere identificação e nos permita compartilhar experiências e sermos exatamente quem somos, sem máscaras, é extremamente confortante e enriquecedor. E foi exatamente por esse motivo que surgiu a ideia de fundar o Clube da Ciumenta.

Mas, o que é exatamente o Clube da Ciumenta?

O Clube da Ciumenta nada mais é do que um grupo de apoio online para conectar mulheres que sofrem por causa do ciúme e querem ajuda para lidar com ele. A ideia é reunir mulheres que desejam discutir esse tema e obter formas de conviver melhor com suas próprias emoções dentro dos relacionamentos. A proposta do grupo é que possamos nos abrir, compartilhar nossas experiências, falar sobre nossos sentimentos, nossos medos e nossas inseguranças. É um espaço para ouvirmos e sermos ouvidas, apoiarmos e sermos apoiadas. E os conceitos básicos do Clube são: irmandade e sororidade – em primeiro lugar. 

Será que é para mim?

O Clube da Ciumenta foi feito para mulheres corajosas o suficiente para admitir que sentem ciúme e que precisam de ajuda para virar o jogo. Se você está disposta a amenizar seu sofrimento e quer cultivar relacionamentos mais saudáveis e equilibrados sem que o ciúme atrapalhe, o Clube da Ciumenta é, sim, para você.

Quando será e como se inscrever?

Os encontros serão quinzenais e online, para que mulheres do mundo todo possam participar. No dia 30 de abril às 19h30 (horário de Brasília), teremos o primeiro encontro do Clube da Ciumenta. O segundo, terceiro e quarto serão respectivamente nos dias 14/05, 28/05 e 11/06. Inscreva-se clicando em https://bit.ly/2Hs8i1S, as vagas são limitadas. Vamos, juntas, trabalhar as questões ligadas ao ciúme e promover relações mais saudáveis em nossa vida!

Clube da Ciumenta - certo.png

Conheça o Ciúmetro – o Teste Termômetro do Ciúme

Quem aí nunca teve medo de ser trocada pelo parceiro? Quem aí nunca achou que a filhinha preferida da mamãe e do papai era a irmã mais nova? Quem aí nunca se incomodou quando a melhor amiga vira amiga de outra pessoa? Esse sentimento que faz com que a gente sinta medo, se entristeça com questões que só existem na nossa mente, se machuque por querer ter o controle sobre tudo e todos, e até perca relações preciosas, se chama CIÚME. Você se identifica com ele?

 

Há quem morra de vergonha de ser taxada de ciumenta. Há, inclusive, quem tenha preconceito com o termo por conta da forma como a sociedade lida com ele. No entanto, o fato é que, todos nós, seres humanos, sentimos ciúme em algum nível durante a nossa vida. É desconfortável, é sofrido e, às vezes, assustador. Mas é normal. Assim como é normal sentir raiva, tristeza, medo.

O ciúme é inerente aos seres humanos, já que desejos, caprichos, apegos, inseguranças e vontade de controlar, coexistem dentro de nós grande parte do tempo. Só que, em alguns casos, ele pode atrapalhar e prejudicar muito a nossa vida. Quando optamos por não procurar ajuda e soluções para lidar com esse sentimento, justamente por vergonha ou preconceito, ele pode tomar proporções enormes dentro da gente e até extrapolar os graus de normalidade.

Quando isso acontece, nossa vida fica muito mais complicada, sofrida e solitária. Perdemos a cabeça, perdemos o chão, perdemos a noção. Nossas relações vivem de brigas, viram campos de batalha. Sem perceber, nos tornamos chatas, neuróticas, sufocantes. Muitas vezes, perdemos quem tanto amamos, sem perceber que antes, já havíamos nos perdido de nós mesmas.

O Clube da Ciumenta foi criado para conectar mulheres corajosas o suficiente para admitir que sentem ciúme em algum nível. É para que, juntas, possamos encontrar formas de evitar que a gente exagere e se perca. É um grupo de apoio mútuo, um espaço para compartilhar experiências, entender que outras mulheres também passam por isso. É onde podemos ser nós mesmas, sem máscaras. Onde podemos ouvir e ser ouvida, apoiar e ser apoiada.

 

Você ainda tem dúvida se o Clube da Ciumenta é pra você? Então, pegue um papel e uma caneta, e responda ao nosso CIÚMETRO. Descubra, de uma vez por todas, o quanto o ciúme atrapalha sua vida:

 

Você conheceu um crush e começaram a sair. Seu primeiro passo:

A.      Adicioná-lo nas suas redes sociais, para que ele também faça parte da sua vida virtual.

B.      Criar alertas de todas as postagens dele, para acompanhar de perto o que ele anda fazendo.

C.      Investigar a vida dele inteira (dentro e fora das redes sociais) para saber exatamente com quem você está se metendo.

 

Vocês oficializaram o namoro. Para você, a partir desse momento:

A.      Tudo bem se ele não te disser todos os passos do dia, mas pelo menos deve avisar de mudanças de plano, para você não ser pega de surpresa.

B.      É óbvio que ele tem que dar satisfação da agenda diária dele, afinal de contas, agora vocês estão juntos e é justo que você saiba TUDO da vida dele.

C.      Você pede que ele instale um localizador no celular, assim, você sempre vai saber onde ele está.

 

O relacionamento está sério e, por isso, você acredita que:

A.      Cada um deve se organizar com seus programas e compromissos, sempre em comum acordo.

B.      Ele até pode fazer alguma coisa com os amigos, desde que você saiba quando e com quem.

C.      Vocês têm que fazer tudo juntos, afinal de contas, são um casal e não tem lógica ele ter programas que não te incluam.

 

Sobre o relacionamento com sua família, você:

A.      Entende que cada um tem seus afazeres, mas costuma criar programas comuns para que não percam os laços.

B.      Costuma vê-los com frequência, afinal de contas, são a SUA família, e a de mais ninguém.

C.      Acha que eles têm que estar sempre à sua disposição e fica magoada caso precise de alguém e receba um “não”.

 

Nas relações com suas amigas mais próximas, você:

A.      Sabe que cada uma tem sua vida, mas fica chateada se passa muito tempo sem se verem ou sem ser convidada para algo.

B.      Morre de medo de ser trocada por outra amiga, então vive mandando mensagens e combinando programas com suas BFFs.

C.      Fica deprimida quando marcam programas sem você ou quando uma delas engata um novo namoro e simplesmente te deixa de lado.

 

Você comprou uma bolsa nova de festa e ainda não usou. Uma amiga pede emprestada para um evento importante, ao qual você não vai. Sua reação é:

A.      Liberar a bolsa, mas evitar ver as fotos da festa.

B.      Inventar uma desculpa ou dar ideia de outra roupa, para não precisar dizer “não”.

C.      Não emprestar a bolsa de jeito nenhum, afinal de contas, é você quem precisa estreá-la em grande estilo.

 

Vamos aos resultados! Se você marcou:

Mais A – Nível de ciúme leve – Só cuido do que é meu!

Sabe aquele ciuminho que pinta quando seu amor ou sua melhor amiga conhecem uma pessoa nova, ou então aquela vontade de que a atenção de todos seja só sua? Então, você tem esses sentimentos, mas lida bem com eles. Não deixa de ter a sua vida, embora não negue um certo desconforto quando algo muda de repente.

Mais B – Nível de ciúme intermediário – Ligeiramente possessiva

Você gosta de ser avisada de tudo quanto for possível e gosta de se sentir no controle, embora saiba que as pessoas precisam, também, ter a vida e o tempo delas. É apegada, mas em um nível que ainda dá para lidar sem perder a melhor amiga ou o namorado, por exemplo.

Mais C – Nível de ciúme hard – Ciumenta de carteirinha

Você controla a vida do ser amado e de todo mundo que está à sua volta. Tem, inclusive, dificuldade de compartilhar o que é seu e se sente traída caso alguém te deixe “de fora” de um programa. Acha que seguir o dia a dia do parceiro na vida e nas redes sociais é prova de amor e não consegue imaginar uma vida mais leve e livre.

Brincadeiras à parte, ciúme é coisa séria. E é por isso que eu pensei em criar um Termômetro do Ciúme. Viu como todo mundo tem ciúme – em menor ou maior grau? Vem fazer parte do Clube da Ciumenta! Juntas vamos mais longe! Mais informações e inscrições: https://bit.ly/2Hs8i1S. E, se você ainda não baixou meu e-book gratuito “Ciúme, 5 Dicas para se Livrar desse Mal”, não perca tempo! Acesse https://www.amarildas.com.br/ e ótima leitura.

ciúmetro ciúme.jpg

Diga não à hipocrisia! Por mais verdade nos relacionamentos!

Muitas vezes, aquilo de que reclamamos no outro nada mais é do que um reflexo do nosso próprio comportamento. Você se avalia antes de julgar? Vamos combinar de pôr um fim à hipocrisia nos relacionamentos?

 

Relacionamento saudável a dois exige reciprocidade e verdade. Por isso, quero iniciar uma campanha pelo fim da hipocrisia em nossas relações. Quantas vezes pontuamos algo em quem está ao nosso lado e nos esquecemos de avaliar se não temos, nós mesmas, a mesma característica ou o mesmo comportamento? É fácil apontar o dedo para o outro. Muito mais difícil é se autoavaliar e se colocar no lugar dele, não é mesmo?

Mas, o que é hipocrisia, afinal? Segundo a definição dos dicionários, hipocrisia é o ato de FINGIR ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos. Tem a ver com falsidade, dissimulação. É quando a gente condena, julga e critica algo no outro e, no fundo, é, pensa ou age da mesma forma. E essa é uma situação muito comum nos relacionamentos: julgar o que o outro faz, sem perceber que fazemos exatamente a mesma coisa. Só que, talvez, a gente faça escondido, longe dos olhares do outro. Ou pior, achamos que quando é com a gente, tudo bem. O outro é que está errado e que tem que agir a nosso bel prazer, sabe?

Agora, pense comigo nesse outro cenário: quantas vezes você gostaria muito de ser, agir ou se comportar exatamente como a pessoa, mas, por não se sentir capaz ou por acreditar que não pode, (seja por convenção social ou familiar, ou pelo seu conjunto de crenças), julga e condena o outro? Sim, às vezes, condenamos no outro, posturas que nós mesmas desejaríamos ter! Provavelmente, se nos sentíssemos livres e capazes, agiríamos da mesma forma. E, por não nos permitirmos, criamos nossas próprias regras e limites e impomos ao outro, para, assim, nos sentirmos melhor dentro do nosso próprio código de comportamento.

A questão é que nenhum relacionamento pode ser leve, agradável e duradouro num ambiente repleto de cobranças, regras impostas e espelhamento mal resolvido. É por tudo isso que eu quero começar uma campanha pelo fim da hipocrisia nos relacionamentos. Imagine alguém que cobra pontualidade, mas nunca é pontual? É exatamente disso que estou falando! E, claro, esse é apenas um simples exemplo. Leve esse conceito para o seu relacionamento e descubra em que situações você tem sido hipócrita.

Faça uma autoanálise. Tenha mais empatia. Pegue mais leve. Por mais verdade e menos julgamentos. Por comportamentos que sejam reais e condizentes com nossos sentimentos – sem a preocupação sobre estarem de acordo com o que nossos pais ou amigas pensam ou com o que é considerado ideal. Ideal é ser feliz, natural é seguir o nosso coração. O resto é só hipocrisia e projeção.

hipocrisia.jpg

Quem aí tem ciúme?

Você é do tipo “ciumenta – sim, com orgulho” ou “ciumenta – eu? Imagina!”? O fato é que o ciúme ronda muitas relações, semeia brigas e atrapalha a vida de muitos casais. Mas e aí, o que fazer?

Sabe quando a gente sente um medo danado de perder alguém? Ou quando a ideia de que podemos ser trocadas por outra pessoa nos aterroriza? O nome disso é ciúme. E só quem já sentiu na pele sabe o quanto é desconfortável. Fruto da insegurança, das crenças limitantes, das imposições sociais, da falta de amor-próprio, o ciúme é um sentimento nocivo capaz de tomar conta silenciosamente das nossas vidas.  

Longe de ser um tempero, o ciúme é, na verdade, um dos piores ingredientes que um relacionamento poderia ter. Essa história de que ciúme apimenta o relacionamento, de que tem que ter um pouco, de que é demonstração de cuidado com o que “é seu” são crenças tão erradas, mas tão erradas, que vêm desestruturando as emoções e destruindo as relações há séculos. Lembre-se que:

  1. Ninguém nos pertence, portanto, o medo de “perder” alguém é infundado;

  2. Se você acredita que pode ser traída se der espaço, esse é um problema de insegurança seu, e não do outro;

  3. Ciúme não é prova de amor, não confunda as coisas. Amor de verdade é confiança, liberdade, é estar junto por querer, não por pressão ou obrigação;

E tem mais! Se você acha que ficar “em cima”, de marcação fechada, cheia de cuidados excessivos, bancando a detetive, rastreando mensagens, ligando a cada 15 minutos para saber onde o outro está, pode evitar uma traição, saiba que está muito enganada. Muitas vezes, essa sensação de sufocamento, de falta de espaço, de falta de confiança é exatamente o que leva o outro a olhar para o lado, a buscar quem o entenda de verdade. A ciumenta não entende que o ciúme, em si, pode ser o grande estopim para uma traição. Fique esperta!

Você sofre desse mal? Perde o sono e vive desconfiando de tudo e de todos? Acredite, você não está sozinha! Muitas mulheres vivem relações doentes por conta do ciúme excessivo. Na verdade, tem gente que perde muito mais do que o sono: perde a noção, perde o chão, perde a cabeça e acaba até perdendo quem diz tanto amar.

Procure controlar seus sentimentos e seus pensamentos. Na maioria das vezes, o ciúme surge de um simples pensamento que gera um sentimento ruim. Então, em vez de deixar que o pensamento cresça dentro de você, que alimente seus fantasmas internos e tome conta de você, corte-o pela raiz. Pensamentos podem e devem ser mudados quando nos prejudicam. Não permita que os pensamentos negativos se tornem obsessivos e que te envenenem por dentro. E, se você precisa de ajuda, fique tranquila. Eu acabei de lançar um e-Book onde falo exatamente sobre o ciúme e como se livrar dele. Para baixar, é só clicar aqui: https://www.amarildas.com.br/.

Depois, venha fazer parte do “Clube da Ciumenta” – um grupo de apoio para mulheres ciumentas com encontros online quinzenais. Vamos trabalhar, juntas, rumo a relações mais saudáveis? Espero você! Para saber mais e se inscrever, clique em: https://www.amarildas.com.br/clubedaciumenta.

ciúme.png

Amar é sermos livres para ser quem somos

Você se sente livre para ser você mesma dentro da sua relação? Há quem viva mais de aparências do que de realidade. Há quem ache que importante mesmo é poder esbanjar um relacionamento “perfeito”, custe o que custar. Mas, feliz mesmo é quem já entendeu que amor e liberdade andam juntos.  

 

Muitas de nós aprenderam, desde cedo, a não contrariar os outros para ter uma vida de paz ou a não nadar contra a maré para não se cansar demais. Mas, será que essa equação é mesmo verdadeira quando o assunto é relacionamentos? Abrir mão do que realmente pensamos e ir contra o que somos de verdade para não entrar em conflito ou não fugir do “senso comum” não faz a nossa vida mais feliz. Pelo contrário, pode nos frustrar seriamente e, em alguns casos, até deprimir. Essa pode ser uma das causas pelas quais tantos relacionamentos se desfazem hoje em dia: a sensação de vazio e de infelicidade de quando não estamos sendo quem realmente somos.

A grande verdade é que amar é ser livre para ser quem somos. Isso pode soar mais velho do que andar para frente, mas, ao que tudo indica, temos nos esquecido dessa máxima ultimamente. É triste constatar que, hoje, muita gente vive de superficialidade e de aparências. Enquanto relacionamentos baseados em amor nos proporcionam a sensação de liberdade, aqueles baseados em convenções sociais e em imagens de parceiros idealizados nos aprisionam. Só quando entendermos isso de uma vez por todas, estaremos prontas para relações mais saudáveis, felizes e profundas.

Somos livres quando nos sentimos à vontade com quem somos, com nossas fraquezas, nossas sombras, nossas dificuldades e nossos medos. Tornamo-nos prisioneiras quando cobramos a perfeição de nós mesmas, quando vivemos em função do nosso ego e do nosso orgulho. Quando nos relacionamos a partir do medo de errar ou de não “dar certo”, vivemos em constante estado de alerta e de tensão. Sempre medindo nossas palavras, controlando nossos comportamentos, pisando em ovos para não colocar tudo a perder. Cobramo-nos excessivamente e também acabamos cobrando muito do outro, afinal, tudo tem que andar bem.

Você se imagina feliz em uma relação assim? Sem naturalidade, sem liberdade, e cheia de cobranças e autocobranças? Eu imagino que não. Mas essas são características de muitos relacionamentos da modernidade. Há uma imposição social para que o casamento/namoro seja perfeito, sem discussões, desentendimentos e momentos de crise. Provavelmente, esse seja o resultado da junção entre a herança do tempo das nossas avós (que precisavam “segurar” um casamento a todo custo) com a era da vida simplesmente perfeita das redes sociais em que vivemos hoje.

Mas, então, como agir? O primeiro passo é se libertar das convenções sociais e do “senso comum”. Não tenha medo de nadar contra a maré. Tenha clareza das suas próprias convenções – aquelas que vêm do coração, que fazem sentido para você. Depois, exercite a coragem de mostrar seu verdadeiro eu, de expor seus valores e suas necessidades reais. Relações profundas e verdadeiras exigem honestidade, portanto, seja honesta tanto consigo mesma quanto com os outros.

Quando é amor de verdade, quando realmente há sentimentos, as convenções sociais não importam. Há compreensão e espaço para que os dois sejam exatamente como são. Há atração e respeito pela diferença. Se você vive numa relação em que não se sente confortável em ser você mesma ou em que não há espaço para isso, reveja a sua situação, repense sobre a sua felicidade. Não se aprisione! Lembre-se de que amar é ser livre, independentemente do status das redes sociais.

amar+ser+livre.jpg

Vocês estão prontos para o próximo passo do relacionamento?

Estarem felizes e satisfeitos com o relacionamento não quer dizer, necessariamente, que ambos estejam prontos para dar o próximo passo. Como lidar quando o parceiro quer algo a mais e você não se sente pronta? E quando quem não se sente pronto é ele?

Imagine a seguinte situação: vocês estão saindo há algum tempo e formam uma dupla muito legal. Os passeios são sempre leves, vocês se dão bem, estar junto é divertido e cada vez vocês se aproximam mais. Parece ótimo, não é mesmo? Mas, de repente, ele convida você para um jantar em que vai conhecer os pais dele. Ou a família inteira dele. Nesse caso, você:

a.      Acha o máximo, afinal de contas isso significa que ele quer algo sério com você;

b.      Acha precipitado, pois ainda estão se conhecendo, mas tudo bem, enfim, é só um jantar mesmo;

c.       Você se apavora, ainda não se acha pronta, acredita que está indo rápido demais, que conhecer a família vai mudar tudo, tornar mais sério, e você nem sabe o que está sentindo ainda. E se não der certo? E se depois você decidir que não quer mais? Haverá um envolvimento familiar em jogo e você não sabe como vai lidar com isso!

Talvez a reação da alternativa C esteja um pouco exagerada. Mas isso é para mostrar que a forma como você vê um próximo passo na relação é que permite entender se você está pronta ou não. Você está feliz da vida ou tem vontade de sair correndo? Não há certo ou errado, é tudo questão de timing, de ritmo, de momento. O que não pode é fazer uma coisa querendo fazer outra apenas por medo ou para agradar. Acredite, por mais que dizer um “não” pareça que vai estragar tudo o que vocês têm de bom, respeitar seu próprio ritmo fará toda a diferença lá na frente – se vocês permanecerem juntos e construírem uma vida em comum.

A vida não é uma novela

Fomos levadas a acreditar que toda história tem um enredo, que vai crescendo até chegar a um final feliz. Isso é inclusive estudado em escolas de cinema e teatro. As pessoas precisam de uma linha do tempo, de um modo linear de ver histórias para entender o raciocínio. Mas, na vida real, nem sempre é assim. A vida não é um conto de fadas ou uma novela, não há um roteiro padrão e nem sempre a gente segue uma ordem lógica dos fatos.

Não estar pronta para dar um próximo passo, seja ele conhecer os pais do parceiro ou ter um filho, é totalmente normal. Claro que, em muitas situações, isso pode significar um medo, um bloqueio, e é bacana se entender e buscar ajuda, se necessário. Principalmente quando isso acontece de forma recorrente na sua vida. Você vive fugindo de relacionamentos mais sérios? O ideal seria buscar uma terapia para poder compreender o que há por trás desse comportamento e, então, quebrar o padrão.

Mas, se esse não for o seu caso e você está vivendo uma situação isolada, respeitar-se e dar-se um tempo para refletir é o melhor remédio. Não se culpe e jamais se pressione. Procure se entender e confie nos seus instintos. Cada pessoa tem o seu timing e tudo acontece na hora certa. Não meta os pés pelas mãos, apenas respeite-se. E não tenha medo de se colocar e expressar. Lembre-se: a transparência e a honestidade são princípios básicos de um relacionamento saudável.

É claro que a situação também pode acontecer de maneira inversa: você está pronta para o próximo passo e ele não. Nesse caso, paciência e respeito. Ninguém gosta de ser colocado contra a parede. Dê tempo ao tempo, espere mais um pouco. Mas, alto lá! Não podemos esquecer que bom senso também é essencial em ambos os cenários, pois ninguém gosta de se sentir enrolado [já falamos sobre isso aqui: https://bit.ly/2VCgzmI] e paciência tem limite!

Brincadeiras à parte, deparar-se com a situação em que uma das partes não está pronta para o próximo passo do relacionamento é muito comum, afinal, cada um tem seu tempo, suas questões, seus receios. E, quando vale a pena, o outro saberá esperar. Se for amor de verdade, haverá respeito, paciência, compreensão e honestidade. Do contrário, não era mesmo para ser.

Estar com alguém não significa, de antemão, aceitar tudo da forma como a outra pessoa quer. Mas, sim, compartilhar sentimentos, pensamentos e decisões. Colocar os seus limites é fundamental para uma relação de parceria para a vida toda. Então, nada de pânico. Talvez só não seja a hora, ainda, de vocês marcarem o jantar em família. E, talvez, se vocês esperarem um pouco, essa hora simplesmente vai chegar.

pronta+pr%C3%B3ximo+passo+relacionamento.jpg

Quais são seus critérios ao escolher alguém para se relacionar?

Estar com alguém é muito mais do que satisfazer caprichos – sejam eles seus, da sua família ou mesmo da sociedade. Quando escolhemos estar com alguém pelas razões erradas, corremos um risco enorme de perder a melhor parte dos relacionamentos: a intimidade.

A pergunta é simples: quais são os seus critérios na hora de escolher alguém para se relacionar? Seguir a expectativa social na hora de escolher um parceiro pode ser um grande erro. Sabe aquele cara “bom partido” que você conheceu? Ele pode ter muitas qualidades, mas, pare e pense: é isso mesmo que você quer? Quando relacionamentos são construídos em cima de pré-requisitos sociais, de crenças e expectativas “padrão”, acabam ficando aquém nos quesitos amor e afeto. Para que a base de um relacionamento amoroso seja mais sólida, precisamos escolher de acordo com quem somos quando estamos juntos, como nos sentimos na companhia um do outro, se fazemos bem um ao outro. E, para isso, temos que dizer “não” às expectativas sociais e “sim” aos nossos próprios sentimentos!

Estar juntos pelos motivos errados significa colocar um véu no que a pessoa realmente é para estar com o que ela representa: status, carreira, beleza, sobrenome. É verdade, tudo isso já foi importante um dia, mas é coisa do século passado! Nos dias de hoje, o que importa (ou, ao menos, deveria importar) quando optamos por nos relacionar é o nosso crescimento pessoal, o nosso bem-estar genuíno. Portanto, temos que nos desprender desses rótulos superficiais para entender o que realmente os corações conversam.

Se você ainda está intimamente conectada à expectativa social, corre dois grandes riscos:

1.       Viver infeliz

Ele não é o tipo de pessoa com o qual você sonhava, essa não é a vida que você realmente desejava, mas é o quadro perfeito diante de todos: família, amigas, colegas de trabalho. Aos olhos dos outros, parece o relacionamento ideal. Só que uma pergunta não para de ressoar na sua mente: “Como eu não consigo ser feliz?”. Pois é, certamente essa pessoa é a “ideal” para alguém, mas não para você. Provavelmente você viva fingindo o tempo todo, para si e para os outros, e tentando se enquadrar no cenário perfeito que foi planejado socialmente. Mas, até quando?

2.       Perder a espontaneidade

Você está em um relacionamento considerado ideal, com alguém considerado ideal, em uma realidade considerada ideal. E então, você vive ouvindo da sua mãe e das suas amigas que é preciso cuidar para não perder tudo isso, certo? Afinal, você deu sorte! É triste, mas não existe nada de real nesse quadro e, provavelmente, nem mesmo nas suas atitudes. Porque se você tem medo de perder o que tem, vive medindo as palavras que fala, calculando os passos que dá, aceitando situações que não condizem com seus desejos e verdades. Tudo isso, apenas para manter as aparências. É triste, mas acontece muito. Só que sem espontaneidade, não há amor.

Diga “não” à expectativa social

Para amar verdadeiramente, é preciso se desfazer dos rótulos. Muitas vezes, ir na contramão das expectativas e dos padrões sociais pode ser a melhor escolha. Temos que ter em mente que ser livre pode ser muito melhor do que ser igual para se encaixar, para ser aceita. Mas então, em que se basear na hora de escolher um parceiro? Perceba quem você é quando estão juntos! Se ele te faz querer ser uma pessoa melhor, se você pode ser quem realmente é, sem medos e pressões. 

Quando nos permitimos, amar é natural, é leve, é fluido. Mas, para isso, é preciso cumplicidade, companheirismo, intimidade. Escolha alguém com quem você se sinta em casa, que acredite nos seus sonhos, que traga à tona suas melhores versões. Só assim, você poderá viver um grande amor de verdade.

critérios relacionamento.jpg

Não seja refém das suas emoções

Com as emoções funciona assim: ou mandamos nelas, ou elas tomam conta da gente e direcionam nossa vida sem que a gente perceba! Para se manter no comando é preciso ter inteligência emocional, aprendendo a observar nosso próprio comportamento e a decifrar as batidas no nosso coração.

Todas nós temos uma voz interior guiada pelas emoções. Ou a gente entende o que ela diz e dialoga com ela, ou nos tornamos reféns. Saber identificar e, principalmente, gerenciar nossas próprias emoções é um passo muito importante na construção de relações saudáveis e equilibradas. Temos que ter em mente que cada emoção que a gente sente afeta o nosso comportamento e cada emoção que a gente expressa tem uma consequência na nossa vida e nos nossos relacionamentos.

A verdade é que nossas emoções afetam mais os nossos relacionamentos do que podemos imaginar. Quantas vezes você já “descarregou sua raiva” em alguém e depois teve que pedir desculpas? Ou, então, sentiu medo de perder quem ama e, por isso, teve reações descontroladas de apego e ciúme? Pois então, quando não estamos alertas, nos deixamos guiar pelas emoções, querendo ou não que isso aconteça.

O grande problema reside em não entendermos nosso funcionamento emocional. Quando conseguimos identificar e reconhecer nossas emoções negativas, podemos escolher de que forma lidar com elas. Ora é preciso expressá-las de imediato, ora temos que guardá-las para mais tarde. Abafá-las também não é o melhor caminho, pois pode resultar em uma crise mais adiante. É o “modo automático”, o comportamento inconsciente, que faz com que a gente meta os pés pelas mãos.  E nossas relações são bastante afetadas, pois da mesma forma que nos sentimos, muitas vezes, atacadas por nossas emoções, o outro também pode se sentir atacado emocionalmente por nós.

E então, se a pergunta é: qual a saída? A resposta é: autoconhecimento e inteligência emocional! Sim, entender as próprias emoções, de onde elas vêm e como elas afetam nosso comportamento pode evitar um monte de problemas. Nossas emoções nos fazem agir, na maioria das vezes, de forma nada racional, e acabamos nos colocando em encrencas, brigas e discussões se não temos consciência disso.

O que fazer para não ser refém das próprias emoções?

É preciso se observar para entender o que muda seu humor, o que lhe provoca raiva, tristeza, medo, ansiedade, o que deixa você sem chão. E é preciso observar seu próprio comportamento para perceber se as ações estão sendo pautadas no que é real ou se você está agindo de acordo com suas emoções em desequilíbrio. Questione-se: “Aquilo que estou sentindo, é fruto de um acontecimento real?”, “É só medo de perder?”, “É só um desejo de ser a pessoa certa em uma discussão?”. Pense sobre tudo isso com carinho e evite que seus relacionamentos se tornem um verdadeiro inferno.

*** Quer saber mais sobre este assunto? Se você estiver em Florianópolis no dia 16/03/19, clique aqui https://bit.ly/2sJW8bo e inscreva-se para participar do Workshop “Inteligência Emocional nos Relacionamentos” – que será facilitado por Camilla Couto (Orientadora Emocional e Autora do Blog das Amarildas) e Ana Luize (Terapeuta Floral e Coach com visão espiritual).  

ref%C3%A9m+emo%C3%A7%C3%B5es.jpg