Inteligência emocional nos relacionamentos

Os relacionamentos fazem parte da base da nossa vida. É por meio deles que amadurecemos, colocamos nosso aprendizado interior à prova e constatamos se nosso equilíbrio emocional está em dia. Para ajudar nessa jornada rumo a relacionamentos saudáveis, agora você tem um curso todinho para chamar de seu.

 

A questão da inteligência emocional nos relacionamentos é cada vez mais urgente. Quando nos equilibramos emocionalmente, aprendendo como lidar com as nossas próprias emoções e entendendo como tudo que nos acontece ressoa dentro de nós, conseguimos exteriorizar nossos sentimentos e construir relações mais maduras e harmoniosas. Se você, assim como muitas pessoas, considera o equilíbrio emocional algo difícil de ser atingido, pode ficar tranquila. Você já tem à sua disposição um curso 100% online para lhe ajudar nesse processo.

Equilíbrio emocional é algo a ser conquistado, aprendido e exercitado. Não acontece da noite para o dia e pode exigir muita entrega e disciplina. E, muitas vezes, acabamos desistindo desse processo, acreditando que não somos capazes de identificar e gerenciar nossas emoções de forma inteligente. Pensando nisso, Ana Luize e eu lançamos um curso exatamente para ser seu guia no exercício da inteligência emocional – um passo fundamental rumo a relacionamentos melhores.

Um pouco sobre nós

ANA LUIZE é dentista de formação com habilitação em Terapia Floral dentro da Odontologia e há 11 anos trabalha com terapias vibracionais, atua em várias linhas de florais, bioenergética, cromoterapia, Reiki, hipnose, numerologia, e hoje está prestes a conquistar mais um título, em Neurociência e Comportamento.

CAMILLA COUTO – o meu trabalho você já deve conhecer, sou Orientadora Emocional e Contoterapeuta. Criadora e autora deste blog e fundadora do PAR - Programa Amarildas de Relacionamentos – que apoia mulheres a terem relacionamentos mais saudáveis. Também sou Terapeuta Floral e Consteladora Familiar em formação.

O que você vai encontrar no curso

O curso online Inteligência Emocional nos Relacionamentos foi pensado para que você aprenda a identificar e gerenciar suas emoções, cultive a autocompreensão, aproprie-se de sua autorresponsabilidade, e reconheça e modifique seus padrões de comportamento emocional. Com isso, vai poder quebrar círculos viciosos, reconhecer e modificar seus padrões emocionais e criar estratégias para agir com mais inteligência emocional na sua vida e nos seus relacionamentos.

O conteúdo, bastante rico, servirá como uma ferramenta especial para quem deseja aprimorar seus relacionamentos, sejam amorosos, familiares ou profissionais. Por meio de estudos do eu, meditações, respirações, atividades de escrita, você poderá adquirir mais autoconhecimento para melhorar a sua saúde emocional e poder criar vínculos mais saudáveis e amorosos em sua vida.

Se você está pronta para dar um passo a mais na sua vida emocional e conquistar o equilíbrio nos seus relacionamentos, clique aqui e inscreva-se! Mas, não perca tempo, pois as inscrições vão até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 21/07. Ana Luize e eu estamos esperando você! Lembre-se: viver é um eterno aprendizado, e o mais desafiante deles acontece dentro de cada uma de nós. Aprender a entender e a ressignificar memórias e emoções é uma jornada interior, que requer toda nossa força e empenho. Vamos juntas?

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Cuide da sua saúde emocional e viva relações mais felizes

Existe uma grande verdade quando o assunto é relacionamento amoroso: ninguém consegue viver a dois com qualidade de convivência e de vida se não estiver em dia com a própria saúde emocional.

 

Uma relação amorosa equilibrada e saudável é feita por duas pessoas que trabalham as próprias emoções. Que se conhecem, que têm plena consciência de suas qualidades e de suas fragilidades, e que caminham em busca de desenvolvimento pessoal e amadurecimento. Cultivar o autoconhecimento, conectar-se com a própria individualidade e buscar equilíbrio emocional – entendendo que o outro não é responsável pelos nossos sofrimentos internos – é fundamental na construção de relacionamentos saudáveis.

Talvez, neste momento você esteja questionando: “Mas, Camilla, é ele quem vive me provocando. É ele quem não se entrega. É ele que não atende às minhas necessidades.” E eu te pergunto: “Será mesmo?”. Ou será que é você quem morre de ciúme, não se abre para receber o que o outro tem para dar ou exige demais da relação? Veja bem, essa NÃO é uma acusação. O que eu quero dizer é que tudo tem dois lados e é preciso identificar em você o que está permitindo que determinada situação aconteça no seu relacionamento.

Muitas vezes, o ajuste necessário, a mudança que tanto almejamos, está em nós mesmas. Será que você consegue expressar como se sente e o que deseja da relação? E, antes disso, será que você sabe exatamente o que quer desse relacionamento? Quais são seus objetivos, seus sonhos, de que forma você gostaria de viver a dois? E quais são seus medos e traumas? Conseguir comunicar tudo isso ao seu parceiro é muito importante. Só assim é possível gerar intimidade e construir bases sólidas para a relação.

Muitas mulheres que me procuram com problemas de relacionamento têm a mesma característica: estão distantes de si mesmas. Nunca pararam para pensar em quem são, em quem desejam ser, que objetivos têm, o que realmente buscam em seus relacionamentos. Vivemos em uma sociedade que destaca a importância de estarmos em uma relação a dois, mas não preza a necessidade de estarmos em contato e conexão com nosso próprio eu. E eu acredito que essa seja a maior causa de tantos relacionamentos disfuncionais nos dias de hoje.

Relacionamentos saudáveis são feitos de pessoas saudáveis

Quando falo em saúde do relacionamento, me refiro a ser saudável em nossas questões emocionais. Se o seu amor-próprio não estiver em dia, certamente você terá uma postura insegura na relação. Se você não estiver satisfeita com a própria vida e não souber encontrar alegria na própria companhia, seguramente apresentará traços de carência no relacionamento.

Entende como está tudo conectado? Por isso, quando cuidamos da nossa saúde emocional, procuramos entender o que há por trás das nossas reações, compreendemos nossos desejos mais profundos e nosso verdadeiro propósito, fica muito mais fácil encontrar alguém que também esteja no mesmo caminho. Assim, nossas chances de viver relações mais fluidas e satisfatórias são muito maiores. Percebe?

Não deixe essa busca para depois. Você não precisa colecionar relacionamentos ruins para entender que a resposta está dentro de você. Vamos juntas encontrar esse equilíbrio emocional, trabalhar seus dilemas, seus objetivos, estabelecer limites e encontrar sua alegria interior. Aí, certamente, você passará a viver relacionamentos mais saudáveis, mais felizes, mais condizentes com quem você é e o que você deseja. Chega de relacionamentos desequilibrados e cheios de sofrimento. Vamos juntas? Talvez você queira conhecer:

 

·         O PAR – Programa Amarildas de Relacionamentos – em 6 sessões individuais

·         As sessões avulsas de orientação emocional nos relacionamentos

·         O curso online – Inteligência Emocional nos Relacionamentos

 

Entre em contato pelo e-mail amarildasblog@gmail.com 😉

 

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A forma como somos tratadas diz mais do outro do que de nós mesmas

A forma como nos expressamos nos nossos relacionamentos é muito importante – ela reflete como nos sentimos por dentro. Portanto, não se culpe pelo comportamento dos outros. E não permita que as atitudes alheias influenciem na sua maneira de agir. Essa pode ser uma grande armadilha que certamente prejudicará suas relações.

Eu vivo repetindo por aí – nos meus textos, nas minhas postagens, nos meus vídeos, nos meus atendimentos e nas minhas palestras – que, a única maneira de tentarmos mudar o comportamento dos outros é, antes, mudando o nosso próprio. É enxergando a nossa parte na relação e agindo de forma diferente. Apesar de ainda estar convicta disso, venho percebendo que temos a mania de achar que tudo que acontece na relação depende, apenas, das nossas atitudes. Só que não é bem assim.

Me explico: sabe quando após uma discussão, você fica pensando: “se eu tivesse sido mais calma/ se eu tivesse ouvido mais/ se eu não tivesse dito não, talvez a gente não teria brigado? Quando a gente pensa assim, acaba achando que o comportamento do outro depende única e exclusivamente do nosso. E aí, nos sentimos culpadas, achando que deveríamos ter feito diferente. Essa é uma cilada bastante frequente nos relacionamentos. O que, de fato, acontece é que o comportamento das pessoas tem muito mais a ver com elas mesmas, com seus próprios sentimentos, sua personalidade e seu estado emocional do que com as condições externas.  

Parece confuso? É só pensar assim: o modo como o outro te trata fala muito mais dele do que de você. E, por óbvio, o modo como você trata o outro diz muito mais de você do que dele. Sacou? Grosseria, descaso, ciúme exagerado, necessidade de controle são sintomas que dizem respeito a quem os expressa, e não àqueles com quem a pessoa se relaciona. Nossos relacionamentos refletem nosso próprio universo interior. Sentimentos de mágoa, dúvida, baixa autoestima, insegurança e apego, por exemplo, assim como de amor, confiança, gratidão, alegria e serenidade direcionam nossas atitudes e regem nosso comportamento com os outros.

Olho por olho, dente por dente?

Muitas vezes, tendemos a espelhar nossas atitudes nas atitudes alheias. Isto é, quando somos tratadas com gentileza, retribuímos com gentileza, quando alguém se dirige a nós com grosseria, revidamos de igual forma, não é mesmo? Agimos assim instintivamente na maioria das nossas relações, certo? No entanto, esse é, na verdade, um modo de REAGIR e não de AGIR. Reagimos quando deixamos que o comportamento do outro direcione o nosso. Agimos quando nossas atitudes são reflexo daquilo que realmente somos por dentro, independentemente do que vem de fora.  

O que eu quero dizer com tudo isso é que da próxima vez que alguém te tratar de maneira desagradável:

1)      lembre-se de que o modo como tal pessoa te trata diz muito mais sobre a história dela e o que ela está enfrentando no momento do que sobre você, as suas atitudes e a sua bagagem;

2)      não caia na armadilha de acreditar que você fez por merecer, não se culpe pelas atitudes dos outros;

3)      não permita que o modo como você é tratada dite a forma como você trata o outro. Essa pessoa não precisa que você a trate mal, as atitudes dela demonstram o quanto ela já não está se sentindo bem. Trate-a da melhor maneira possível, mostre como você é por dentro.

Somos todos responsáveis pelos nossos atos. Quando estiver vivendo uma situação em que não foi tratada como gostaria, pare por alguns instantes e analise: o que a atitude do outro demonstra? Que história de vida a pessoa teve e que reflete na maneira como ela age? Da mesma forma, não deixe que os seus fantasmas, conflitos e descontentamentos internos reflitam no modo como você trata seu parceiro, seus familiares, suas amigas e seus colegas de trabalho. Relacionamento é troca. Que sejam trocas de amor, carinho, cuidado, atenção, gentileza, e não de raiva, frustrações, decepções, culpa e grosseria. Se cada um souber cuidar das próprias emoções e dos próprios sentimentos, relacionar-se se torna muito mais fácil e prazeroso.

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Não seja refém das suas emoções

Com as emoções funciona assim: ou mandamos nelas, ou elas tomam conta da gente e direcionam nossa vida sem que a gente perceba! Para se manter no comando é preciso ter inteligência emocional, aprendendo a observar nosso próprio comportamento e a decifrar as batidas no nosso coração.

Todas nós temos uma voz interior guiada pelas emoções. Ou a gente entende o que ela diz e dialoga com ela, ou nos tornamos reféns. Saber identificar e, principalmente, gerenciar nossas próprias emoções é um passo muito importante na construção de relações saudáveis e equilibradas. Temos que ter em mente que cada emoção que a gente sente afeta o nosso comportamento e cada emoção que a gente expressa tem uma consequência na nossa vida e nos nossos relacionamentos.

A verdade é que nossas emoções afetam mais os nossos relacionamentos do que podemos imaginar. Quantas vezes você já “descarregou sua raiva” em alguém e depois teve que pedir desculpas? Ou, então, sentiu medo de perder quem ama e, por isso, teve reações descontroladas de apego e ciúme? Pois então, quando não estamos alertas, nos deixamos guiar pelas emoções, querendo ou não que isso aconteça.

O grande problema reside em não entendermos nosso funcionamento emocional. Quando conseguimos identificar e reconhecer nossas emoções negativas, podemos escolher de que forma lidar com elas. Ora é preciso expressá-las de imediato, ora temos que guardá-las para mais tarde. Abafá-las também não é o melhor caminho, pois pode resultar em uma crise mais adiante. É o “modo automático”, o comportamento inconsciente, que faz com que a gente meta os pés pelas mãos.  E nossas relações são bastante afetadas, pois da mesma forma que nos sentimos, muitas vezes, atacadas por nossas emoções, o outro também pode se sentir atacado emocionalmente por nós.

E então, se a pergunta é: qual a saída? A resposta é: autoconhecimento e inteligência emocional! Sim, entender as próprias emoções, de onde elas vêm e como elas afetam nosso comportamento pode evitar um monte de problemas. Nossas emoções nos fazem agir, na maioria das vezes, de forma nada racional, e acabamos nos colocando em encrencas, brigas e discussões se não temos consciência disso.

O que fazer para não ser refém das próprias emoções?

É preciso se observar para entender o que muda seu humor, o que lhe provoca raiva, tristeza, medo, ansiedade, o que deixa você sem chão. E é preciso observar seu próprio comportamento para perceber se as ações estão sendo pautadas no que é real ou se você está agindo de acordo com suas emoções em desequilíbrio. Questione-se: “Aquilo que estou sentindo, é fruto de um acontecimento real?”, “É só medo de perder?”, “É só um desejo de ser a pessoa certa em uma discussão?”. Pense sobre tudo isso com carinho e evite que seus relacionamentos se tornem um verdadeiro inferno.

*** Quer saber mais sobre este assunto? Se você estiver em Florianópolis no dia 16/03/19, clique aqui https://bit.ly/2sJW8bo e inscreva-se para participar do Workshop “Inteligência Emocional nos Relacionamentos” – que será facilitado por Camilla Couto (Orientadora Emocional e Autora do Blog das Amarildas) e Ana Luize (Terapeuta Floral e Coach com visão espiritual).  

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Você sabe gerenciar seus pensamentos?

Entender quem somos e o que realmente direciona nossa identidade emocional é um passo importante para a construção de relacionamentos saudáveis. Como você gerencia seus pensamentos, suas opiniões, seus desejos e suas emoções?

Saber diferenciar e separar o que é nosso e o que é do outro em termos de opiniões, julgamentos, vontades e crenças, é uma chave importante que pode nos levar a relacionamentos mais saudáveis. Enquanto seguirmos nos deixando aprisionar por traumas e crenças limitantes, nos preocupando com a opinião dos outros sobre nós e o que fazemos, guardando mágoas de situações passadas, procurando nos adequar a padrões externos... Perdemos nossa essência e deixamos de dar valor aos nossos potenciais. Quando negligenciamos nossa própria verdade, tornamo-nos prisioneiras de uma série de fatores que são externos, mas que tomamos como se fossem regras auto impostas e verdades absolutas. O resultado: um cérebro esgotado e um coração sempre prestes a ser partido.

O fato de não refletirmos e analisarmos o que realmente sentimos, quem verdadeiramente somos e qual é a nossa própria percepção sobre as coisas, faz com que a gente fique à mercê do que pensam a nosso respeito, compre as ideias dos outros e embarque nas opiniões alheias. Quando não olhamos para dentro, tornamo-nos excessivamente vulneráveis àquilo que o mundo externo nos apresenta. E isto também vale para aqueles momentos em que nos empenhemos arduamente em julgar as ações, comportamentos e opiniões dos outros e até em querer mudá-los a fim de que alcancem nossas expectativas sobre como deveriam ser, agir, falar, pensar e se relacionar. Acredite, são esforços inúteis.

Agradar a todos é algo impossível. Talvez até não agrademos a ninguém, mas jamais seremos genuinamente felizes se não formos fieis a nós mesmas e aos nossos valores e ideais. Da mesma forma, por maior que seja nosso esforço, não temos a capacidade de mudar o outro a não ser que ele mesmo deseje tal mudança e tome as devidas providências para isso.

Consegue perceber como uma vida voltada para fora e sem conseguir lidar bem com suas próprias questões pode ser uma prisão, um fardo? Já quando conseguimos nos libertar da importância que damos para as opiniões, ações e reações dos outros e nos conectamos com as nossas próprias, somos mais genuínas, mais autênticas. E então, alcançar a felicidade (dentro e fora dos relacionamentos) se torna algo bem mais fácil. Mas, para isso, é preciso aprender a olhar para dentro, a questionar de onde vêm nossos pensamentos e crenças (se realmente são nossos ou os tomamos emprestado do outro). Só assim nossas ações e nosso modo de nos relacionar farão sentido.

Separar o que é nosso do que é do outro

Tem gente que vive com uma pulga atrás da orelha e desconfia de tudo e de todos. Tem gente que diz que se está tudo maravilhosamente bem, algo de ruim irá acontecer. Tem gente que vive criticando e julgando todo e qualquer comportamento alheio. Tem gente que faz questão de apontar cada erro seu. Tem gente que adora dar palpite na sua vida e tem opinião para tudo o que lhe diz respeito. Mas o que, de fato, você pensa e sente? Quando absorvemos tudo isso, acumulamos muito lixo mental: ideias, opiniões, emoções, sensações e pensamentos que não são nossos. E então geramos ansiedade, tristeza, apatia, confusão, cansaço.

Quando conseguimos gerenciar o que é nosso, separamos o que é real, o que é uma criação da nossa imaginação e o que pegamos emprestado dos outros. Ao pararmos com frequência para meditar sobre nossos pensamentos, comportamentos e sentimentos, detectamos verdades absolutas que não são verdades assim, mas são impostas pela sociedade, ou por alguém do nosso círculo familiar, ou são resquícios de traumas e vivências anteriores.

Sem o conhecimento das próprias questões, vivemos medos e sofrimentos que nem são nossos! Por isso, a dica é: comece agora um processo de cura. Entenda sua mente e ouça o seu coração. O que é real? Perceba o que acontece de verdade e o que é simplesmente uma projeção de uma ideia que você assumiu como sua. O processo não é fácil e o primeiro passo é sempre questionar o que se sente ou pensa. Mas, acredite, é possível. Basta querer e persistir.

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Evitar confrontos para manter a paz é iniciar um conflito interno sem fim

Sabe quando a gente silencia e a mente grita tudo aquilo que tentamos abafar? Calar-se para evitar um confronto é privar-se da troca de ideias que amplia os horizontes e é iniciar um conflito interno que impede a gestão das emoções.

Quantas vezes você ficou calada para evitar uma briga e acabou gerando um conflito interno que demorou muito mais para ser resolvido? Na hora, pode parecer o melhor caminho, especialmente para quem foge de confrontos a qualquer preço. Mas acredite, esse pode ser o começo de um problema que só cresce. Expor ideias e sentimentos, mesmo pagando o preço de iniciar um confronto, é a carta de alforria para a alma.

Se evitar uma discussão ou briga fosse a solução para os nossos problemas, estaríamos a salvo, certo? Errado. Tudo aquilo que abafamos e reprimimos, cresce dentro da gente. É claro que nem toda situação pede uma reação, muito menos imediata. Mas calar pode ser um grande erro. Muitas vezes, gostamos de passar a imagem de uma pessoa calma, tranquila, que tudo aceita. Mas o preço que pagamos é enorme: como ficam nossas próprias vontades?

Muitas de nós vivem discussões internas intermináveis que, na melhor das hipóteses, são levadas às sessões de terapia. No entanto, mesmo que se trabalhe para resolver aquilo que nos incomoda por dentro, uma coisa é certa: em algum momento, teremos que expor o que sentimos e pensamos. Só assim conseguiremos ser vistas, imprimir nossa marca no mundo, estabelecer limites e construir relações saudáveis.

O autoconhecimento é o primeiro passo. O que a incomoda? Em que situação você tem deixado de se colocar para evitar um conflito? Entender esses pontos é extremamente útil para traçar estratégias pessoais e aumentar nosso poder pessoal e nosso valor. Deixar de silenciar para não brigar não é o melhor caminho. A chave para a mudança é treinar se expor sem impor. Com o tempo, você chega lá! Faça valer seus desejos e opiniões!

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Orientação emocional – por que precisamos de ajuda?

Reconhecer os próprios anseios, saber separar os próprios valores, desejos e sentimentos dos do outro, respeitar os próprios limites e compreender até aonde vai nossa capacidade de doação são passos para a libertação da alma. E são eles que nos permitem traçar caminhos mais assertivos, maduros e satisfatórios em nossos relacionamentos.

Embora a guiança e as respostas estejam sempre dentro de nós, por que será que é tão difícil sair de certos relacionamentos ou de estados de desesperança e melancolia sozinha? A questão é que muitas vezes não conseguimos identificar onde está o problema. Sentimentos, sensações, medos e desejos também vivem dentro de nós de maneira confusa. Mas quando temos a oportunidade de expressar o que pensamos, o que sentimos, o que tememos, o que nos incomoda e o que desejamos, em terapias, por exemplo, compreendemos mais claramente o que se passa.

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Por mais fortes que sejamos, às vezes desmoronamos na fragilidade do nosso sofrimento. E tudo bem. O conforto pode vir quando alguém, de forma verdadeira e com a intenção de ouvir e ajudar, nos pergunta: “como você está?”. A terapia possibilita a abertura do coração. Daí a importância de realizar um processo terapêutico individualmente ou em grupo e de participar de encontros em que reconheçamos, nos outros, nossas próprias incertezas e frustrações. Não é fraqueza procurar ajuda, é sinal de fortaleza, de ânimo e de coragem para conquistar novos patamares emocionais. Vamos juntas?