O segredo dos relacionamentos saudáveis

Vem aí, um Guia Prático e especial sobre o Segredo dos Relacionamentos Saudáveis! Um E-book com muito conteúdo e dicas práticas sobre como construir e manter relacionamentos mais satisfatórios e condizentes com a sua própria verdade. Leia até o final para saber mais!

 

Apoiar mulheres a terem consciência do que realmente desejam e, com isso, construírem e viverem relações mais saudáveis é um dos meus maiores objetivos. Atualmente, grande parte das mulheres que eu acolho em meus atendimentos, relata casos de relacionamentos e parcerias nada saudáveis. Em alguns deles, por exemplo, é nítida a falta companheirismo, em outros, limites são praticamente inexistentes, e acontece também, de a própria pessoa não saber exatamente o que deseja e por que se encontra na relação. Complicado, né?

Por isso, nos últimos meses eu me dediquei à criação de um material bastante rico e especial, baseado tanto em minhas experiências profissionais como pessoais. Assim surgiu o Guia Prático que, além do segredo dos relacionamentos saudáveis, traz também dicas preciosas para que você seja uma pessoa mais inteira, se ame mais e seja capaz de fazer escolhas mais conscientes e assertivas nas suas relações.

O Guia Prático “O Segredo dos Relacionamentos Saudáveis” é um E-book que propõe uma prática constante de autocuidado, entendendo que nenhum hábito pode ser modificado da noite para o dia. É preciso ir, aos poucos, integrando novas práticas à vida diária, cultivando um novo olhar sobre si mesma para entender como as mudanças necessárias podem acontecer.

Faça a sua parte

Nosso mundo precisa de relações mais saudáveis, baseadas em amor, respeito e empatia em vez de medo, carência e interesse. E eu acredito que se cada um de nós fizer a sua parte, podemos curar nossas relações. O que acontece é que, ao longo da nossa caminhada de vida, acabamos, muitas vezes, esquecendo quem somos de verdade. Retomar essa jornada interior faz parte de uma mudança profunda, que acontece de dentro para fora, e que pode mudar nossa vida para muito melhor.

Às vezes, na tentativa de se (re)encontrar, a gente decide fazer uma viagem para o outro lado do mundo, um retiro em um mosteiro ou inclui na rotina o hábito de meditar x horas por dia. Tudo isso pode, sim, ser bastante útil e prazeroso, mas, acredite, o passo a passo que eu proponho no meu guia prático é bem mais simples do que isso. A mudança em que eu acredito é plenamente possível e simples, mas tem uma restrição: só pode ser feita por nós mesmas.

Em poucos dias, você poderá saber mais sobre o Guia Prático “O Segredo dos Relacionamentos Saudáveis” – um material rico e feito com muito amor, especialmente para você. Não quer perder o pré-lançamento? Envie um e-mail para amarildasblog@gmail.com dizendo “Eu quero o Guia Prático” e receba o link de vendas no pré-lançamento para que você possa adquiri-lo com preço promocional. ATENÇÃO: apenas quem mandar o e-mail até o dia 17/09/19 receberá o cupom de 20% DE DESCONTO! Após essa data, você poderá adquirir o E-book pelo preço convencional.

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Relacionamentos não precisam ser PERFEITOS para serem SAUDÁVEIS

O maior erro que podemos cometer sobre relacionamentos talvez seja acreditar que devam ser sempre perfeitos. Nenhum é, nem mesmo os mais saudáveis. Mas aqueles que funcionam e que nos geram mais alegria e satisfação têm, sim, algo em comum. O que será?

 

Desejar a perfeição pode ser a maior cilada da vida, especialmente quando falamos sobre pessoas e relacionamentos. Já falamos diversas vezes por aqui: ninguém é perfeito, portanto, as relações também não são. Entretanto, isso não significa que não possamos desejar relações mais saudáveis e trabalhar para construí-las. Mas, antes, é preciso entender a diferença entre os conceitos. Relacionamentos saudáveis não são necessariamente perfeitos, mas certamente despertam em nós o sentimento de bem-estar, alegria e são compatíveis com os nossos desejos e valores. Pensar sobre isso pode ser um bom começo.

Ao longo da vida, costumamos criar uma série de fantasias sobre os relacionamentos, sobre como eles devem ser para nos satisfazer, sobre como as pessoas envolvidas devem ser e se comportar. E essa fantasia toda não leva em consideração que as pessoas são feitas de carne, osso, desejos, emoções, sentimentos, sonhos e medos. Esquecemos que cada um de nós, seres humanos, é instável e passa por transformações constantes. A própria vida é impermanente. Então, a verdade é que mesmo aquilo que sempre esperamos de uma relação vai mudando com o tempo, conforme crescemos, aprendemos e amadurecemos, não é mesmo?

Permanecer focadas nas fantasias e nas ideias inflexíveis sobre como é se relacionar de forma satisfatória, traz o risco de nos decepcionarmos constantemente. Sim, pois quem espera nada menos do que a perfeição da vida, dos outros, de si mesma e dos relacionamentos, vive se frustrando a cada instante. Mas, calma! Isso não quer dizer que devamos ir para o outro oposto e acreditar que relacionamentos são extremamente complicados, difíceis e só nos fazem sofrer. Assim, é provável até que a gente se envolva em relações abusivas. Alto lá! Nem oito, nem oitenta. A realidade é que relacionamentos perfeitos não existem, mas saudáveis, sim!

O que relacionamentos saudáveis têm em comum?

Relacionamentos saudáveis não são perfeitos, mas, de modo geral, nos trazem satisfação, alegria, bem-estar. Existem diversas características que podem ser percebidas em relacionamentos que duram no tempo e nos quais há harmonia e equilíbrio: geralmente, os desejos de ambos são contemplados, as diferenças são respeitadas, há troca, existe cumplicidade e alegria em compartilhar momentos, certo? Isso porque, quando nos relacionamos de forma saudável, há espaço para sermos exatamente quem somos e permitimos que o outro seja exatamente quem é. É possível presumir, então, que relacionamentos saudáveis sejam construídos por pessoas inteiras, que sabem bem o que querem da vida.

Entender esse tipo de engrenagem nas relações nos ajuda a perceber o que falta para atingirmos esse patamar de plenitude e satisfação. Construir e viver relacionamentos saudáveis pode não ser a coisa mais fácil do mundo, porque requer abertura de ambas as partes para se entregar e buscar soluções para as questões que surgem no dia a dia de qualquer casal, sem que isso abale as estruturas da relação. Mas, acredite, se há consciência, força de vontade, determinação e entrega, certamente é possível.

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Seu ex pode ser mais atual do que você pensa

Você costuma comparar seus novos relacionamentos e parceiros com os que já passaram? Acredite, se você tem um ex que foi bastante marcante na sua vida, ele pode estar mais presente no seu dia a dia do que você imagina.

 

Talvez sua primeira reação ao ler o título deste texto seja pensar: “Imagina, já superei meu ex, ele ficou no passado”. Mas vou explicar porque pode ser que não seja bem assim. Quem nunca passou por uma dessas situações: um relacionamento intenso e conturbado que acabou, mas continua assombrando sua vida e influenciando suas novas escolhas pelo medo de reviver a mesma situação? Ou então, um relacionamento incrível, lindo e maravilhoso que terminou e que você daria tudo para viver uma experiência parecida? Por isso eu digo: seu ex pode ser muito mais atual do que você pensa.

Quando vivemos algo muito marcante na nossa vida, tais experiências podem acabar se tornando uma baliza para tudo o que vem depois. Quando somos traídas, por exemplo, as chances de não confiarmos mais totalmente em alguém, depois desse fato, são enormes. Nossa memória emocional passa a agir sobre nossas escolhas e atitudes como forma de defesa. E isso pode fazer com que a gente se afaste de novos relacionamentos ou lide com um relacionamento novo de maneira insegura, desconfiada e até mesmo imatura, por puro medo de reviver uma situação traumática.

Por outro lado, quando vivemos um relacionamento com alguém que acreditamos ser o “amor da nossa vida” e essa relação termina, especialmente quando levamos um belo “pé na bunda”, a tendência é criarmos um mito, uma meta de relação, ou seja, queremos outro alguém “tão especial quanto”. E, assim, tomadas por essa imagem, andamos por aí pulando de relacionamento em relacionamento em busca de alguém que nos faça sentir o que aquele outro fazia. Ou, podemos permanecer sozinhas porque acreditamos que ninguém esteja à altura daquele amor incrível que vivemos um dia.

Ambas as situações fazem com que a gente viva trazendo emoções passadas para o presente, mesmo sem perceber. Ou por medo de repetir, ou por desejo de reviver o que já passou. O fantasma daquela relação forte que já terminou fica rondando nossa vida amorosa atual. Entendeu agora como seu ex pode estar mais presente do que você imagina? Nos comportamos conforme ditam as emoções que, por mais que ainda estejam muito vivas dentro de nós, não fazem parte do nosso novo momento. Na prática, o resultado desse fato é que a gente passa a comparar nossos pretendentes atuais ou novos parceiros ou com os passados, mesmo sem perceber.

A gente esquece que a pessoa que faz parte da nossa vida no momento atual nada tem a ver com a outra ou com o que a gente passou. Ninguém é igual a ninguém e cada relacionamento é único. Portanto, não devemos descontar nossas frustrações passadas no amor atual com desconfiança ou indisponibilidade, ou despejar o fardo da cobrança de quem ele deveria ser e como deveria agir para satisfazer algo de que o anterior não foi capaz.

Outra consequência de ter o ex no presente, além de sofrer e de escolher pela comparação, é de atrair situações similares à experiência anterior, simplesmente porque não nos desconectamos completamente daquela emoção. Por exemplo: o medo de ser traída novamente é tão grande que acaba justamente atraindo uma situação parecida. E o medo de ser deixada mais uma vez pelo “amor da vida” pode estar tão presente que se materializa. Talvez você esteja vivendo um trauma, talvez uma crença tenha sido gerada a partir do que você viveu no passado, mas já está mais do que na hora de se libertar!

O que fazer para deixar, de uma vez por todas, o ex no passado?

É preciso encerrar completamente o ciclo – não só racionalmente, mas emocionalmente. Viva, de fato, o luto da relação, trabalhe seus sentimentos remanescentes, apure os aprendizados que a experiência passada traz para a sua vida. Só assim você poderá se abrir de verdade para uma nova história, com uma outra pessoa.

Fechar definitivamente um ciclo nos traz experiências diferentes e libertadoras. Deixar o passado para trás, inclusive quando ele nos parece maravilhoso, é o primeiro passo para curar as nossas relações atuais. Seja qual for o seu fantasma: uma relação que só te fez sofrer ou um amor que parecia incrível, já passou. As experiências serão sempre diferentes se você se permitir vivenciá-las como únicas e especiais, à sua maneira. Você está pronta para focar no momento presente e seguir em frente com mais leveza? Libere-se de suas experiências passadas e libere seus pretendentes ou parceiros do peso dessas situações que eles não viveram.

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Parceria de amor e trabalho com a mesma pessoa – dá certo?

Amo com quem trabalho, trabalho com meu amor. E agora? O dilema de não saber separar trabalho e relacionamento ronda a vida de muitas mulheres. Vamos falar um pouco sobre o tema?

Amor e trabalho, como separar? Muitas mulheres vivem esse dilema: ou namoram/casam-se com alguém do ambiente de trabalho ou passam a trabalhar com seus parceiros amorosos em projetos em comum. E aí surgem várias dúvidas, principalmente sobre como não atrapalhar o dia a dia corporativo com os assuntos do relacionamento, e nem acabar levando trabalho para casa e matar a rotina romântica. É possível conviver com essa situação? Eu diria que sim, e há diversos casais que podem comprovar esse fato. Acredito que a chave é saber exercitar o bom senso para evitar pequenos deslizes que podem se transformar em grandes problemas.

Parte 1 – namorar/casar-se com o colega de trabalho ou chefe

Quando nos apaixonamos por alguém com quem já trabalhamos, o grande dilema fica por conta de não conseguir separar os sentimentos. Imagine que você namora seu chefe e ele (em sua posição profissional) tenha que te fazer uma crítica ou até te dar uma bronca. Se não há maturidade no relacionamento, a situação certamente vai virar uma DR em casa, muitas vezes sem necessidade. A grande dica é entender que temos diferentes papéis em cada situação da vida. Claro, não devemos fingir que não sentimos os desdobramentos de uma relação ruim a dois no ambiente de trabalho. Se um não está bem, certamente o outro vai estar comprometido, nem que seja de leve. Mas é preciso segurar a onda na hora de ser reativa, por exemplo, para não ser levada por um impulso e colocar os resultados do trabalho a perder. Não é simples, mas dá para exercitar.

Parte 2 – quando decidimos trabalhar com o parceiro

Os dois se dão super bem e decidiram empreender juntos? Ok, é hora de respirar e colocar alguns pontos nos “is” antes de arregaçar as mangas. Primeiro ponto: estabelecer tarefas e limites previamente é uma ótima estratégia para que ninguém se sobrecarregue e evita muita dor de cabeça depois. Segundo ponto: o combinado precisa ser: saímos do escritório (nem que ele seja virtual), voltamos a ser somente companheira e companheiro. Tem que ter a hora certa de voltar a falar de negócios e principalmente para fazer aquelas reuniões mais tensas. Um casal que sabe separar esses dois momentos, o de casa e o do trabalho, tem mais chances de ser bem-sucedido nas duas áreas da vida.

O que fazer?

Para que uma parceria profissional entre um casal renda bons frutos, é essencial que ambos tenham plena consciência da posição e do papel que desempenham no cenário do ambiente de trabalho. A intimidade entre o casal certamente pode ser um bônus, mas se transforma em ônus quando um se acha no direito de invadir o espaço do outro e trazer palpites ou críticas desnecessárias. Também é importante ressaltar que a competitividade atrapalha o conceito de parceria em si – tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Algumas dicas:

1. tenham papéis e funções profissionais bem definidos;

2. sejam claros e objetivos em suas colocações;

3. evitem palpites e críticas desnecessárias;

4. nunca levem uma discussão ou desentendimento profissional para casa, ou pessoal para o ambiente de trabalho;

5. priorizem a verdade e o conceito de parceria.

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Cada relacionamento, uma sentença!

Independentemente do tipo de relacionamento que você viva, uma coisa é certa: não existe padrão ideal, nem regras fixas para se ter uma relação satisfatória. Assim como cada pessoa é única, relacionamentos também o são.

Buscar o padrão ideal é cansativo e inútil. Cada relacionamento, uma sentença! Converso com mulheres de todos os tipos, com os mais variadas queixas e inseguranças em seus relacionamentos. E se, em meus atendimentos, eu buscar um padrão do que funciona ou não, certamente vou confundir mais do que orientar. Por quê? Porque o que vale para um casal não necessariamente vale para o outro! Somos todos seres únicos e temos jeitos diferentes de ver a vida e de realizar nossas escolhas. Quando dois universos se unem em uma relação, são eles que precisam, juntos, construir suas próprias condutas.  

Sabe aquela sua amiga que tem um casamento maravilhoso? Pois é, o que ela faz pode não funcionar para você. Será que vocês reagem da mesma forma a situações semelhantes? Lembre-se de que vocês vêm de famílias diferentes, cada uma viveu sua infância de forma diferente, e foram criadas com diferentes princípios, valores e regras. E, por mais que tenham frequentado a mesma escola, a mesma faculdade e sigam sendo muito amigas, ainda assim vocês constituem universos particulares completamente distintos. Você sabe se o que ela espera do outro é o mesmo que você? Nem adianta ficar imaginando, porque certamente você só saberá uma parte das reações de outra pessoa, por mais próxima que ela seja.

Da mesma forma, a comparação inevitável causada pela superexposição da internet pode ser um veneno para as relações. Vemos fotos de casais incríveis, em dias felizes, férias intermináveis, sorrisos diários e pensamos: por que nossos relacionamentos não são assim? Mas, acredite, apenas uma mínima parte do que vemos na internet é real. Atualmente, o mundo virtual costuma refletir nosso ideal, aquilo que gostaríamos de ser o tempo todo. Ninguém posta foto durante ou após uma discussão de casal, com caras tristes, desiludidos da vida, concordam? Mesmo quem “parece” feliz o tempo todo está mostrando a parte da vida que lhe convém, não seus dias reais. Ninguém é satisfeito e leve o tempo todo. Nenhum relacionamento longo e duradouro é um mar de rosas. Nem o seu, nem os dos seus modelos virtuais de felicidade.

O foco tem que ser você, seu ideal de vida, a realidade que está construindo sozinha ou acompanhada. Entender aquilo que realmente faz bem para você, independentemente da opinião alheia e do que é considerado “certo” ou “errado” é o mais importante. Seja você mesma a todo tempo e ouça a voz do seu coração. Só tendo essa baliza de valor projetada nas suas relações é que você poderá atrair, observar e escolher o que funciona melhor para você e para o seu relacionamento.

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Aja como parceira, não como mãe

Claro que estamos falando de relacionamentos. Existe uma facilidade muito grande de confundir papéis e acabar agindo de forma maternal em vez de se mostrar companheira. Como você tem agido ultimamente?

Em um relacionamento amoroso, trocar o comportamento de parceira pelo de mãe é um erro fácil de ser cometido, especialmente para quem já tem uma predisposição à maternidade e ao cuidado. Cuidar do outro é muito prazeroso, mas confundir os papéis pode levar a relação a um caminho sem volta. Quantas vezes dizemos ou escutamos frases como: “ele precisa de ajuda”, “ele gosta que eu o diga o que fazer”, ou mesmo “ele não vive sem mim”. Mas, será mesmo?

O primeiro ponto a ser observado para saber se estamos no papel correto numa relação de casal é compreender o que buscamos nesse relacionamento e o que temos a oferecer – assim como o que nossos parceiros esperam de nós e têm para nos dar. Será que seu parceiro busca alguém que faz por ele o que a mãe faz/fazia? Se esse for o caso, fuja! E você? Se você procura alguém de quem cuidar, olhe-se no espelho e comece por você mesma! Um casal que se une com um desses propósitos ou os dois, não vai muito longe. A não ser que, por algum motivo, ambos estejam contentes com os papéis distorcidos que desempenham.

Pare por alguns instantes e reflita sobre como você tem tratado seu parceiro. Se você se vê em um papel maternal que não reflete seus desejos e que não a traz felicidade, pare já! Não devemos agir como a mãe dos nossos namorados ou maridos. Não precisamos controlar e nem julgar seus comportamentos, e nem precisamos nos entregar de forma despersonalizante para garantir amor e reciprocidade. Quanto a eles, homens adultos e maduros não precisam que suas parceiras digam a eles o que fazer, o que deixar de fazer, como fazer, e assim por diante. O que é realmente necessário numa relação de casal é que ambos se amem e se aceitem como são. E que saibamos equilibrar, de maneira saudável, aquilo que damos e recebemos.

  • Observe se você:
  •  Doa mais do que recebe;
  •   Cuida de tudo (seja em casa, na agenda, etc.);
  •   Está sempre de olho em tudo que acontece e em tudo o que ele faz (ou não faz);
  •   Controla demais a vida de seu parceiro;
  •   Dificilmente faz coisas sem ele;
  •  Nem lembra quando foi que saiu com as amigas pela última vez.

Faz parte também da dinâmica do casal que confunde (ou projeta) os papéis de mãe e filho ter uma vida a dois menos apimentada, digamos. Agir como mãe reflete muito zelo e pouca intensidade. O cuidado e até o carinho, por maior que sejam, inevitavelmente vêm acompanhados de controle e julgamento. Não há uma troca equilibrada e não há reciprocidade – aquele que é cuidado pode até sentir-se em uma posição confortável, porém, inferior.

Observe sua relação e seus hábitos.  Você não se sente feliz? Mude! Exponha seus desejos, seus objetivos, suas vontades e até suas queixas e suas inquietações. No entanto, entenda que não dá para controlar tudo e que relacionamentos perfeitos não existem. Relaxe mais, invista em si mesma, divirta-se. A vida é uma só e há hora para tudo: de ser mãe, para quem deseja, e de ser mulher, amiga e companheira quando se trata de um relacionamento amoroso. Equilíbrio é tudo!

***Vale lembrar que, mesmo que seja menos comum, há casais em que o homem confunde o papel de parceiro com o de pai e a mulher, o de companheira com o de filha. A dinâmica é basicamente a mesma descrita acima e as consequências, tão desastrosas quanto.***

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Inspire quem você ama e viva relações mais equilibradas e verdadeiras

Nosso modo de agir pode servir de inspiração àqueles com quem nos relacionamos. Como você tem agido no amor? Você se abre e se entrega ou se esconde e vive com o pé atrás?

A maneira como nos relacionamos serve de inspiração (e até de espelho) para as pessoas do nosso convívio. Um relacionamento é como uma dança: um age de um jeito, o outro responde à altura – são dois para lá, dois para cá. E como entender se há algo de errado na sua coreografia? Por vezes, parece que você está fazendo tudo certo e o outro está errado. Outras, parece que você perde o passo e não consegue acompanhar.

A verdade é que um relacionamento é feito de ação e reação, nós agimos de uma determinada forma e recebemos uma resposta. Portanto, só é possível receber do outro aquilo que também damos. Quando exigimos o que não damos ou doamos o que não recebemos, inevitavelmente há um desequilíbrio. Para que haja equilíbrio, é preciso, primeiro, nos conhecermos para compreender quais são nossos limites e nossas capacidades.

O mesmo vale para a intimidade, para a confiança, para a atenção, etc. Como cobrar do outro algo que não entregamos? Portanto, pare e pense: quanto de você é realmente entregue na relação? Você se abre e entrega por completo? Ou prefere se relacionar de maneira mais superficial?

Quando somos verdadeiras e estamos numa relação por inteiro, fica mais fácil se comunicar com o outro e de avaliar o que ele nos entrega. Ao contrário, em uma relação em que as máscaras prevalecem e os segredos são escondidos, nunca se sabe o que vai acontecer. Quando não somos capazes de nos profundar e mostrar como realmente somos, não podemos esperar que o outro faça diferente. Portanto, no final das contas, é a verdade que equilibra um relacionamento.

Como ser inspiração?

A grande questão é: você quer um relacionamento baseado na verdade? Seja verdadeira. Quer um relacionamento baseado na liberdade? Esqueça a necessidade de controle. Quer um relacionamento com intimidade real? Abra-se para o outro, mostre quem você realmente. Inspire o outro doando aquilo que gostaria de receber e veja a mágica do relacionamento acontecer.

Novamente, enfatizo: conhecer a si mesma e seus verdadeiros sentimentos, ter consciência daquilo que a faz feliz, saber o que faz seu coração transbordar é a chave para construir uma relação real, profunda e feliz. O medo só existe em relações superficiais que não estão pautadas em sentimentos verdadeiros. Ou, então, em relações construídas para amenizar carências ou necessidades sociais. Quer saber mais sobre o assunto? Agende uma sessão do PAR – Programa Amarildas de Relacionamentos.

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