Relacionamentos não precisam ser PERFEITOS para serem SAUDÁVEIS

O maior erro que podemos cometer sobre relacionamentos talvez seja acreditar que devam ser sempre perfeitos. Nenhum é, nem mesmo os mais saudáveis. Mas aqueles que funcionam e que nos geram mais alegria e satisfação têm, sim, algo em comum. O que será?

 

Desejar a perfeição pode ser a maior cilada da vida, especialmente quando falamos sobre pessoas e relacionamentos. Já falamos diversas vezes por aqui: ninguém é perfeito, portanto, as relações também não são. Entretanto, isso não significa que não possamos desejar relações mais saudáveis e trabalhar para construí-las. Mas, antes, é preciso entender a diferença entre os conceitos. Relacionamentos saudáveis não são necessariamente perfeitos, mas certamente despertam em nós o sentimento de bem-estar, alegria e são compatíveis com os nossos desejos e valores. Pensar sobre isso pode ser um bom começo.

Ao longo da vida, costumamos criar uma série de fantasias sobre os relacionamentos, sobre como eles devem ser para nos satisfazer, sobre como as pessoas envolvidas devem ser e se comportar. E essa fantasia toda não leva em consideração que as pessoas são feitas de carne, osso, desejos, emoções, sentimentos, sonhos e medos. Esquecemos que cada um de nós, seres humanos, é instável e passa por transformações constantes. A própria vida é impermanente. Então, a verdade é que mesmo aquilo que sempre esperamos de uma relação vai mudando com o tempo, conforme crescemos, aprendemos e amadurecemos, não é mesmo?

Permanecer focadas nas fantasias e nas ideias inflexíveis sobre como é se relacionar de forma satisfatória, traz o risco de nos decepcionarmos constantemente. Sim, pois quem espera nada menos do que a perfeição da vida, dos outros, de si mesma e dos relacionamentos, vive se frustrando a cada instante. Mas, calma! Isso não quer dizer que devamos ir para o outro oposto e acreditar que relacionamentos são extremamente complicados, difíceis e só nos fazem sofrer. Assim, é provável até que a gente se envolva em relações abusivas. Alto lá! Nem oito, nem oitenta. A realidade é que relacionamentos perfeitos não existem, mas saudáveis, sim!

O que relacionamentos saudáveis têm em comum?

Relacionamentos saudáveis não são perfeitos, mas, de modo geral, nos trazem satisfação, alegria, bem-estar. Existem diversas características que podem ser percebidas em relacionamentos que duram no tempo e nos quais há harmonia e equilíbrio: geralmente, os desejos de ambos são contemplados, as diferenças são respeitadas, há troca, existe cumplicidade e alegria em compartilhar momentos, certo? Isso porque, quando nos relacionamos de forma saudável, há espaço para sermos exatamente quem somos e permitimos que o outro seja exatamente quem é. É possível presumir, então, que relacionamentos saudáveis sejam construídos por pessoas inteiras, que sabem bem o que querem da vida.

Entender esse tipo de engrenagem nas relações nos ajuda a perceber o que falta para atingirmos esse patamar de plenitude e satisfação. Construir e viver relacionamentos saudáveis pode não ser a coisa mais fácil do mundo, porque requer abertura de ambas as partes para se entregar e buscar soluções para as questões que surgem no dia a dia de qualquer casal, sem que isso abale as estruturas da relação. Mas, acredite, se há consciência, força de vontade, determinação e entrega, certamente é possível.

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Ele não me quis, e agora?

Sabe quando a gente se interessa por alguém e essa pessoa não retribui? Isso pode acontecer até mais do que desejamos, mas faz parte da vida. O que não dá é para romantizar começos que não se desenrolaram e achar que tudo é rejeição!

 

Muitas vezes, como crianças mimadas, temos a pretensão de achar que as pessoas por quem nos interessamos têm que retribuir da mesma forma. Só que, na verdade, não é bem assim. Amor e paixão não são equações exatas. Acontece, e muito, de nos apaixonarmos e não sermos correspondidas, não é? E tudo bem! A história do “ele não me quis, e agora?” não pode virar um drama. E agora, parte pra outra! Bola pra frente! Vida que segue! Há mais sete bilhões de outras pessoas por aí.

Pensando friamente, percebemos que as pessoas são completamente livres para amar e desejar, ou não, tudo aquilo que bem entendem, certo? Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, inclusive de nós! Mas, então, por que é tão difícil aceitar que alguém simplesmente não sente o mesmo que a gente? Por que é mais fácil pensar que estamos sendo rejeitadas do que entender a parte que nos cabe de responsabilidade na hora de enfrentar a situação? Quando alguém não demonstra reciprocidade aos nossos desejos, sentimentos e intenções, cabe a nós respeitar o movimento dessa pessoa. Insistir, persistir e tentar convencer o outro a gostar de nós, além de ser desgastante e frustrante, pode ser pura perda de tempo e de energia.  

Apaixonar-se por alguém e não ser correspondida, fantasiar e romantizar algo que nunca se concretizará, criar expectativas que jamais se tornarão realidade... tudo isso pode ser bastante dolorido. Mas faz parte da vida, não é mesmo? Certamente já deve ter acontecido o oposto com você: alguém se apaixonou e você não. E aposto que, se a pessoa dramatizou a situação ou insistiu por muito tempo, você achou super inconveniente, afinal de contas, você não manda no seu coração! Quando os sentimentos das pessoas são recíprocos, tudo flui naturalmente, sem pressão, sem insistência e sem humilhação.

Dramatizar um amor não correspondido pode ser um sofrimento desnecessário. Ficaria muito mais leve se entendêssemos que nem tudo na vida acontece do jeito que gostaríamos. E sabe de uma coisa? Ninguém tem o poder de nos rejeitar! As pessoas apenas não correspondem a cem por cento dos nossos sentimentos. E quando a negativa do outro nos leva a sentir rejeitadas, certamente esse sentido de rejeição está dentro de nós. Portanto, é algo a ser trabalhado internamente.

Dramatizar a vida não ajuda em nada

Sentir-se no papel de vítima não ajuda a dar a volta por cima. Por outro lado, entender que o “sim” e o “não” são naturais da vida e que os ciclos, sejam de dor ou de amor, existem para nos ensinar a ser melhor e a amadurecer, pode dar um tom menos dramático a um amor não correspondido. Lembrando que, geralmente, quando isso acontece, o pano de fundo é de histórias que nem chegaram a se concretizar. Sofremos por um romance que aconteceu apenas na nossa cabeça. E por uma rejeição que existe apenas dentro de nós.

Você se apaixonou e ele não? Sofra e chore, se necessário. Mas, depois, siga em frente. Não se prenda à fantasia do que poderia ter sido. Não se apegue ao sofrimento. Não cultive o sentimento de rejeição. Não se acomode no papel de vítima das escolhas dos outros. Não se feche para novas oportunidades. Volte para a realidade. Encare as verdades de frente. Se não deu certo é porque não era para ser. A vida continua. E há outros amores por descobrir, sempre.

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A forma como somos tratadas diz mais do outro do que de nós mesmas

A forma como nos expressamos nos nossos relacionamentos é muito importante – ela reflete como nos sentimos por dentro. Portanto, não se culpe pelo comportamento dos outros. E não permita que as atitudes alheias influenciem na sua maneira de agir. Essa pode ser uma grande armadilha que certamente prejudicará suas relações.

Eu vivo repetindo por aí – nos meus textos, nas minhas postagens, nos meus vídeos, nos meus atendimentos e nas minhas palestras – que, a única maneira de tentarmos mudar o comportamento dos outros é, antes, mudando o nosso próprio. É enxergando a nossa parte na relação e agindo de forma diferente. Apesar de ainda estar convicta disso, venho percebendo que temos a mania de achar que tudo que acontece na relação depende, apenas, das nossas atitudes. Só que não é bem assim.

Me explico: sabe quando após uma discussão, você fica pensando: “se eu tivesse sido mais calma/ se eu tivesse ouvido mais/ se eu não tivesse dito não, talvez a gente não teria brigado? Quando a gente pensa assim, acaba achando que o comportamento do outro depende única e exclusivamente do nosso. E aí, nos sentimos culpadas, achando que deveríamos ter feito diferente. Essa é uma cilada bastante frequente nos relacionamentos. O que, de fato, acontece é que o comportamento das pessoas tem muito mais a ver com elas mesmas, com seus próprios sentimentos, sua personalidade e seu estado emocional do que com as condições externas.  

Parece confuso? É só pensar assim: o modo como o outro te trata fala muito mais dele do que de você. E, por óbvio, o modo como você trata o outro diz muito mais de você do que dele. Sacou? Grosseria, descaso, ciúme exagerado, necessidade de controle são sintomas que dizem respeito a quem os expressa, e não àqueles com quem a pessoa se relaciona. Nossos relacionamentos refletem nosso próprio universo interior. Sentimentos de mágoa, dúvida, baixa autoestima, insegurança e apego, por exemplo, assim como de amor, confiança, gratidão, alegria e serenidade direcionam nossas atitudes e regem nosso comportamento com os outros.

Olho por olho, dente por dente?

Muitas vezes, tendemos a espelhar nossas atitudes nas atitudes alheias. Isto é, quando somos tratadas com gentileza, retribuímos com gentileza, quando alguém se dirige a nós com grosseria, revidamos de igual forma, não é mesmo? Agimos assim instintivamente na maioria das nossas relações, certo? No entanto, esse é, na verdade, um modo de REAGIR e não de AGIR. Reagimos quando deixamos que o comportamento do outro direcione o nosso. Agimos quando nossas atitudes são reflexo daquilo que realmente somos por dentro, independentemente do que vem de fora.  

O que eu quero dizer com tudo isso é que da próxima vez que alguém te tratar de maneira desagradável:

1)      lembre-se de que o modo como tal pessoa te trata diz muito mais sobre a história dela e o que ela está enfrentando no momento do que sobre você, as suas atitudes e a sua bagagem;

2)      não caia na armadilha de acreditar que você fez por merecer, não se culpe pelas atitudes dos outros;

3)      não permita que o modo como você é tratada dite a forma como você trata o outro. Essa pessoa não precisa que você a trate mal, as atitudes dela demonstram o quanto ela já não está se sentindo bem. Trate-a da melhor maneira possível, mostre como você é por dentro.

Somos todos responsáveis pelos nossos atos. Quando estiver vivendo uma situação em que não foi tratada como gostaria, pare por alguns instantes e analise: o que a atitude do outro demonstra? Que história de vida a pessoa teve e que reflete na maneira como ela age? Da mesma forma, não deixe que os seus fantasmas, conflitos e descontentamentos internos reflitam no modo como você trata seu parceiro, seus familiares, suas amigas e seus colegas de trabalho. Relacionamento é troca. Que sejam trocas de amor, carinho, cuidado, atenção, gentileza, e não de raiva, frustrações, decepções, culpa e grosseria. Se cada um souber cuidar das próprias emoções e dos próprios sentimentos, relacionar-se se torna muito mais fácil e prazeroso.

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Seu ciúme prejudica suas relações?

Alguém aí tem dúvida de que o ciúme prejudica o amor e a convivência? Tem? Então, vamos falar um pouco sobre o ciúme e as relações.

 

Muitas mulheres que me procuram com problemas de relacionamento, sofrem por causa de ciúme. E, a grande maioria delas, sofre porque acredita que o outro é quem precisa mudar para que elas possam deixar de sentir insegurança e voltar a confiar. Mas, será? Será mesmo que o remédio para o nosso ciúme e o nosso sofrimento está nas mãos do outro? E será que temos a real dimensão do quanto o ciúme prejudica as nossas relações? Eu acredito que não, e falar sobre isso é urgente e necessário.

A crença de que o ciúme é prova de amor e que é um bom tempero para os relacionamentos tem deixado muitos casais por aí em pé de guerra. Isso porque tem quem acredite que, se não há ciúme, não há amor! Mas, não poderia haver crença mais distorcida. Que tal trocarmos essa crença equivocada pelo pensamento de que “quem ama, confia”? Ou você acredita que é possível amar alguém sem confiar? Quando existe sentimento real, aprendemos a confiar no outro. Do contrário, não é amor... pode ser carência, dependência, apego ou algo do tipo. Mas, não amor. E para que a gente possa amar e confiar em alguém, a regra de ouro diz que devemos, antes, nos amar e confiar em nós mesmas. Lembra?

Compreender de verdade até que ponto o ciúme prejudica nossas relações pode ser um exercício sofrido. Muitas vezes, preferimos fugir a enxergar essa realidade. Isso porque, no fundo, ninguém gosta de admitir que sente ciúme. Muito menos que isso prejudica a nossa vida. Mas, calma. Vamos por partes. Você acha que suas amigas te veem como alguém ciumenta? Perguntar a elas pode ser bastante útil – não para que elas te definam, mas para ter uma noção de como as pessoas do seu convívio te enxergam. E seu companheiro, será que ele acaba não contando algumas coisas que acontecem no dia a dia dele, com medo de que você entenda como motivos para sentir ciúme? E você, lá no fundo, se considera uma pessoa insegura? Como essa insegurança reflete nas suas relações? Pensar sobre esses pontos pode te ajudar a entender se o ciúme é ou não prejudicial na sua vida.

Nossas relações merecem amor, não ciúme

Uma coisa é fato: todas nós sentimos ciúme em algum momento da vida. Sentir ciúme de forma amena e passageira, é perfeitamente normal, porque vem da nossa vontade de que as coisas permaneçam sempre como estão. A impermanência da vida pode ser bastante assustadora, não é? Se vivemos um amor maravilhoso, pertencemos a uma família especial, temos as melhores amigas que alguém poderia ter... não queremos que nada disso mude, certo? Mas, estar em estado de alerta ou de defesa, desconfiando de tudo e de todos é bastante prejudicial não apenas para nós, mas para nossas relações.

Faça uma análise das suas relações. O que não anda bem? Quem é o responsável por aquilo que não está como você gostaria? Observe como você se relaciona com a mudança, com o imprevisto, com a impermanência da vida. Geralmente, quem tem não teme o novo e o que não se pode controlar, consegue construir relacionamentos mais saudáveis, sólidos e duradouros. Do contrário, vive estressada e com receio do que pode estar por vir.

Assim acontece com quem sente muito ciúme: vive insegura e com medo do que pode vir a acontecer. E o ciúme passa a ser como um terceiro elemento na relação – sempre rondando, desgastando, semeando desconfiança, trazendo desconforto e até brigas.  Mas, e se fosse o contrário, e se você tivesse alguém sempre desconfiando de você, como se sentiria? Fazer esse exercício pode te ajudar a entender melhor a situação e o quanto o seu relacionamento tem sido prejudicado por conta do ciúme.

Experimente ouvir seu coração. Ele tem a resposta sobre o quanto, de verdade, você e suas relações sofrem por causa do seu ciúme. E saiba que tudo tem solução. Nós somos seres mutáveis e, conforme amadurecemos, podemos provocar muitas mudanças positivas em nossa vida. Lembre-se: se você precisar de ajuda para aprender a driblar o ciúme, nosso Clube da Ciumenta* começa na próxima terça-feira, dia 30 de abril, e as vagas são limitadas. Venha conversar sobre esse assunto, conhecer histórias de vida, trocar experiências. Você não está sozinha!

*Inscrições: https://bit.ly/2Hs8i1S

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Ciúme – de quem é o problema?

Quando a gente sente aquele medo de perder alguém ou de ser trocada por outra pessoa – o sentimento em questão diz respeito a quem? Tem mais a ver com quem somos e com as nossas próprias percepções ou é uma consequência do comportamento das pessoas com quem convivemos? O que você acha?

 

Na verdade, eu nem gosto de me referir ao ciúme como um “problema” porque, nem sempre ele é realmente um problema. O ciúme é um sentimento como qualquer outro, basta sabermos lidar com ele. Ele passa a ser um problema apenas quando e se começa a prejudicar nossa vida e nossas relações. Quando permitimos que ele cresça dentro de nós, ele pode tomar proporções enormes e fazer com que a gente perca a cabeça e faça até loucuras. E tudo isso com o intuito de “defender o que é nosso”, não é mesmo?

No entanto, nos esquecemos que, quando se trata de pessoas, nós não “temos” ninguém, não “possuímos” ninguém. Então, a sensação de posse é totalmente irreal. E esse medo de “perder” quem amamos surge da nossa própria insegurança, da nossa baixa autoestima e, principalmente, da falta de confiança em nós mesmas. E é isso que a gente revela para o outro quando sente ciúme dele: demonstramos que há algo em nós que não anda bem. Ou seja, o ciúme tem muito mais a ver com quem sente do que com o comportamento do outro, propriamente dito.

Talvez você não concorde com o que acabou de ler, pois seja como muita gente que, quando admite sentir ciúme, já vai logo arranjando uma justificativa: “é que ele não me passa confiança”, ou “é que ele dá muito mais atenção a outras pessoas do que a mim”. Há até quem diga: “mas, eu tenho razões para sentir ciúme, pois já fui traída por ele”. Acertei? Então, para essas pessoas, a culpa do ciúme sempre é do outro, não é mesmo? Só que, na minha opinião, não é bem assim.

Primeiro, porque não podemos culpar ninguém por algo que nós mesmas sentimos. Temos que ter autorresponsabilidade não só por aquilo que fazemos e dizemos, mas também pelo que sentimos. Segundo, porque só confiamos no outro quando temos, antes, confiança em nós mesmas, em nossos sentimentos, nas nossas capacidades e no fato de que somos amadas, que somos especiais e merecemos o melhor. E, terceiro, porque temos que levar em conta duas questões extremamente importantes nas nossas relações: ESCOLHAS e LIMITES. A escolha de estar ao lado de alguém que tem determinado tipo de comportamento que nos provoca ciúme é nossa. Não somos obrigadas a conviver com quem quebrou nossa confiança, com quem nos desperta medo e insegurança. A escolha é nossa. Talvez você diga que o faça por amor. Tudo bem, mas ainda assim é uma escolha sua, percebe?

E o fato de amar alguém não quer dizer que devamos tolerar todo e qualquer tipo de comportamento do outro. Tolera quem se sente insegura, não se valoriza, não confia em si mesma e não se ama o suficiente. E, sim, amar-se também é imprescindível num relacionamento. E quem se ama de verdade e se valoriza, coloca limites.

Se você ainda está pensando que o ciúme pode surgir da vontade de estar junto para sempre, pare e pense: junto para sempre em que condições? Você gostaria de viver num relacionamento em que sofre com o que sente e tenha que lutar constantemente para garantir a sua segurança? Não permita que o seu medo vença e que o ciúme tome conta de você e reja seus relacionamentos. Tenha autorresponsabilidade pelos seus sentimentos, pelas suas escolhas e imponha seus limites. Empodere-se, Amarilda! Assim você certamente conseguirá combater o ciúme ou, ao menos, conviver com ele de uma forma mais saudável.

 

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Por que a gente terminou, mesmo?

Há um efeito muito comum ligado ao fim dos relacionamentos amorosos: não importa por quem a decisão tenha sido tomada, quando chega o fim, costumamos nos lembrar apenas dos motivos pelos quais iniciamos a relação. As razões pelas quais ela terminou perdem intensidade. Por que será?

 

Sabe quando a gente tem certeza de que a relação não vai mais dar certo, que já tentou tudo o que podia e que a melhor solução é seguir cada um para o seu lado? Mas, por que será que, mesmo assim, quando o relacionamento efetivamente termina, o filme que fica passando na nossa mente é aquele em que aparecem apenas os motivos pelos quais ficamos juntos lá no início? A tristeza e o luto que marcam o final do ciclo de um relacionamento amoroso são inevitáveis e perfeitamente normais. E, no meio da dor, os motivos pelos quais a relação acabou parecem ficar em segundo plano e as boas memórias e a tristeza pelo que poderia ter sido prevalecem.

Muitas vezes, a pergunta que ecoa nesse momento de desconforto profundo é: “Por que a gente terminou, mesmo?”. Isso acontece com muito mais frequência do que você imagina. Especialmente com quem termina uma relação sem brigas e sem um grande trauma. “Ah, ele era tão romântico”, “costumávamos fazer tanta coisa juntos”, “ele sempre me levava aos lugares de que eu mais gosto”, “nos divertíamos muito juntos” são algumas frases que podem vir à mente, junto a suspiros de nostalgia e à dúvida: “será que fiz(emos) a escolha certa, ao terminar?”.

A questão é que, mesmo nos casos mais complicados e dolorosos, em que haja ocorrido uma traição, por exemplo, ainda assim, as lembranças boas tendem a prevalecer sobre aquelas não tão boas.  Como um mecanismo de defesa contra a dor e a tristeza, nosso subconsciente nos leva lá para o começo da relação – onde tudo era maravilhoso e idealizado. Sim, toda relação começa com paixão, atenção, cuidado, curiosidade, admiração e carinho redobrados. Queremos tanto que dê certo que, muitas vezes, até optamos por passar por cima de alguns valores e daquilo que verdadeiramente desejamos em uma relação. E só nos damos conta disso quando a rotina chega, quando nossos sonhos já não parecem ser algo em comum e quando precisamos repensar nossas escolhas.

 

A vontade de fazer dar certo como no começo volta quando terminamos?

Será que quando a relação termina, voltamos àquele estado de positividade de quando iniciamos o romance e desejamos que tudo dê certo? Não há como saber se acontece da mesma forma com todo mundo, mas que a nostalgia do começo e o desalento pelo que perdemos de bom aparecem com o final, não se pode negar. “E se tentássemos mais um pouco só dessa vez?” – sussurra nosso coração cheio de (falsas) esperanças.

A verdade é que o melhor a fazer é sempre focar na realidade. Busque esquecer, apenas durante o período de luto, o romantismo dos primeiros tempos. É claro que ele é maravilhoso e é o que nos move no início de um relacionamento a dois. Mas a realidade mesmo, acontece no dia a dia. A rotina de um casal é feita de momentos felizes e outros nem tanto, de alegrias e desentendimentos, de conexões profundas e fases de distanciamento. Mas, se vocês terminaram, muito provavelmente é porque a balança estava pendendo mais para o lado não tão positivo, certo? Se o que pesou foi a falta de compatibilidade, as divergências de opiniões, de desejos e de objetivos individuais, e as diferentes prioridades, mais vale focar na realidade. Não há porque fantasiar com os encantos dos primeiros tempos se eles viraram apenas lembranças.

E não me entenda mal! Eu não digo que os momentos felizes e encantadores devem ser esquecidos! Esses, sim, são os que devem ficar quando você se lembrar daquela pessoa no futuro. No entanto, no primeiro momento após o término, na fase de luto, o que deve prevalecer são os motivos e as decisões quem levaram o casal a colocar um fim no relacionamento. Foco no aqui e agora, foco na realidade e nas razões que nos trouxeram até o que vocês estão vivendo no presente.

Ter um bom nível de autoconhecimento ajuda bastante no término dos relacionamentos. Só entendendo nossos reais objetivos de vida, nossos desejos profundos e nos dando o devido valor é que podemos entender com mais clareza que o período saudoso do fim é uma forma de nos despedirmos da relação, de aprender com o que passou, de sermos gratas pelo que foi. Deixe ir. Assim, novos amores poderão surgir, no tempo certo.

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Clube da Ciumenta – o que é e para quem é?

Se você já entendeu que sofre com o ciúme e que isso prejudica as suas relações, encontrar pessoas que passam pelas mesmas situações, trocar ideias e gerar conexão pode ser uma ótima saída. Conheça o Clube da Ciumenta!

Brigas, discussões, necessidade de controle, apego, possessividade, solidão, dor, sofrimento – quantas dessas palavras fazem parte das suas relações atuais? Já falamos por aqui o quanto sentir ciúme é perfeitamente normal entre nós, seres humanos. O que varia é a intensidade e a forma como cada um de nós lida com ele. Tem gente que tem crises de ciúme seríssimas e perde a cabeça. Tem gente que sente, mas consegue disfarçar bem. Muita gente acaba sofrendo calada por medo da exposição, de julgamentos e até da reação que o ciúme pode causar no outro. Mas, a verdade é que, no fundo, somos todas ciumentas em algum nível.

Sendo assim, vale enfatizar que quando passamos por dificuldades em nossa vida (como a de lidar com o ciúme, por exemplo) uma das melhores formas de autocuidado pode ser a terapia em grupo. Poder contar com uma rede de apoio, que gere identificação e nos permita compartilhar experiências e sermos exatamente quem somos, sem máscaras, é extremamente confortante e enriquecedor. E foi exatamente por esse motivo que surgiu a ideia de fundar o Clube da Ciumenta.

Mas, o que é exatamente o Clube da Ciumenta?

O Clube da Ciumenta nada mais é do que um grupo de apoio online para conectar mulheres que sofrem por causa do ciúme e querem ajuda para lidar com ele. A ideia é reunir mulheres que desejam discutir esse tema e obter formas de conviver melhor com suas próprias emoções dentro dos relacionamentos. A proposta do grupo é que possamos nos abrir, compartilhar nossas experiências, falar sobre nossos sentimentos, nossos medos e nossas inseguranças. É um espaço para ouvirmos e sermos ouvidas, apoiarmos e sermos apoiadas. E os conceitos básicos do Clube são: irmandade e sororidade – em primeiro lugar. 

Será que é para mim?

O Clube da Ciumenta foi feito para mulheres corajosas o suficiente para admitir que sentem ciúme e que precisam de ajuda para virar o jogo. Se você está disposta a amenizar seu sofrimento e quer cultivar relacionamentos mais saudáveis e equilibrados sem que o ciúme atrapalhe, o Clube da Ciumenta é, sim, para você.

Quando será e como se inscrever?

Os encontros serão quinzenais e online, para que mulheres do mundo todo possam participar. No dia 30 de abril às 19h30 (horário de Brasília), teremos o primeiro encontro do Clube da Ciumenta. O segundo, terceiro e quarto serão respectivamente nos dias 14/05, 28/05 e 11/06. Inscreva-se clicando em https://bit.ly/2Hs8i1S, as vagas são limitadas. Vamos, juntas, trabalhar as questões ligadas ao ciúme e promover relações mais saudáveis em nossa vida!

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Conheça o Ciúmetro – o Teste Termômetro do Ciúme

Quem aí nunca teve medo de ser trocada pelo parceiro? Quem aí nunca achou que a filhinha preferida da mamãe e do papai era a irmã mais nova? Quem aí nunca se incomodou quando a melhor amiga vira amiga de outra pessoa? Esse sentimento que faz com que a gente sinta medo, se entristeça com questões que só existem na nossa mente, se machuque por querer ter o controle sobre tudo e todos, e até perca relações preciosas, se chama CIÚME. Você se identifica com ele?

 

Há quem morra de vergonha de ser taxada de ciumenta. Há, inclusive, quem tenha preconceito com o termo por conta da forma como a sociedade lida com ele. No entanto, o fato é que, todos nós, seres humanos, sentimos ciúme em algum nível durante a nossa vida. É desconfortável, é sofrido e, às vezes, assustador. Mas é normal. Assim como é normal sentir raiva, tristeza, medo.

O ciúme é inerente aos seres humanos, já que desejos, caprichos, apegos, inseguranças e vontade de controlar, coexistem dentro de nós grande parte do tempo. Só que, em alguns casos, ele pode atrapalhar e prejudicar muito a nossa vida. Quando optamos por não procurar ajuda e soluções para lidar com esse sentimento, justamente por vergonha ou preconceito, ele pode tomar proporções enormes dentro da gente e até extrapolar os graus de normalidade.

Quando isso acontece, nossa vida fica muito mais complicada, sofrida e solitária. Perdemos a cabeça, perdemos o chão, perdemos a noção. Nossas relações vivem de brigas, viram campos de batalha. Sem perceber, nos tornamos chatas, neuróticas, sufocantes. Muitas vezes, perdemos quem tanto amamos, sem perceber que antes, já havíamos nos perdido de nós mesmas.

O Clube da Ciumenta foi criado para conectar mulheres corajosas o suficiente para admitir que sentem ciúme em algum nível. É para que, juntas, possamos encontrar formas de evitar que a gente exagere e se perca. É um grupo de apoio mútuo, um espaço para compartilhar experiências, entender que outras mulheres também passam por isso. É onde podemos ser nós mesmas, sem máscaras. Onde podemos ouvir e ser ouvida, apoiar e ser apoiada.

 

Você ainda tem dúvida se o Clube da Ciumenta é pra você? Então, pegue um papel e uma caneta, e responda ao nosso CIÚMETRO. Descubra, de uma vez por todas, o quanto o ciúme atrapalha sua vida:

 

Você conheceu um crush e começaram a sair. Seu primeiro passo:

A.      Adicioná-lo nas suas redes sociais, para que ele também faça parte da sua vida virtual.

B.      Criar alertas de todas as postagens dele, para acompanhar de perto o que ele anda fazendo.

C.      Investigar a vida dele inteira (dentro e fora das redes sociais) para saber exatamente com quem você está se metendo.

 

Vocês oficializaram o namoro. Para você, a partir desse momento:

A.      Tudo bem se ele não te disser todos os passos do dia, mas pelo menos deve avisar de mudanças de plano, para você não ser pega de surpresa.

B.      É óbvio que ele tem que dar satisfação da agenda diária dele, afinal de contas, agora vocês estão juntos e é justo que você saiba TUDO da vida dele.

C.      Você pede que ele instale um localizador no celular, assim, você sempre vai saber onde ele está.

 

O relacionamento está sério e, por isso, você acredita que:

A.      Cada um deve se organizar com seus programas e compromissos, sempre em comum acordo.

B.      Ele até pode fazer alguma coisa com os amigos, desde que você saiba quando e com quem.

C.      Vocês têm que fazer tudo juntos, afinal de contas, são um casal e não tem lógica ele ter programas que não te incluam.

 

Sobre o relacionamento com sua família, você:

A.      Entende que cada um tem seus afazeres, mas costuma criar programas comuns para que não percam os laços.

B.      Costuma vê-los com frequência, afinal de contas, são a SUA família, e a de mais ninguém.

C.      Acha que eles têm que estar sempre à sua disposição e fica magoada caso precise de alguém e receba um “não”.

 

Nas relações com suas amigas mais próximas, você:

A.      Sabe que cada uma tem sua vida, mas fica chateada se passa muito tempo sem se verem ou sem ser convidada para algo.

B.      Morre de medo de ser trocada por outra amiga, então vive mandando mensagens e combinando programas com suas BFFs.

C.      Fica deprimida quando marcam programas sem você ou quando uma delas engata um novo namoro e simplesmente te deixa de lado.

 

Você comprou uma bolsa nova de festa e ainda não usou. Uma amiga pede emprestada para um evento importante, ao qual você não vai. Sua reação é:

A.      Liberar a bolsa, mas evitar ver as fotos da festa.

B.      Inventar uma desculpa ou dar ideia de outra roupa, para não precisar dizer “não”.

C.      Não emprestar a bolsa de jeito nenhum, afinal de contas, é você quem precisa estreá-la em grande estilo.

 

Vamos aos resultados! Se você marcou:

Mais A – Nível de ciúme leve – Só cuido do que é meu!

Sabe aquele ciuminho que pinta quando seu amor ou sua melhor amiga conhecem uma pessoa nova, ou então aquela vontade de que a atenção de todos seja só sua? Então, você tem esses sentimentos, mas lida bem com eles. Não deixa de ter a sua vida, embora não negue um certo desconforto quando algo muda de repente.

Mais B – Nível de ciúme intermediário – Ligeiramente possessiva

Você gosta de ser avisada de tudo quanto for possível e gosta de se sentir no controle, embora saiba que as pessoas precisam, também, ter a vida e o tempo delas. É apegada, mas em um nível que ainda dá para lidar sem perder a melhor amiga ou o namorado, por exemplo.

Mais C – Nível de ciúme hard – Ciumenta de carteirinha

Você controla a vida do ser amado e de todo mundo que está à sua volta. Tem, inclusive, dificuldade de compartilhar o que é seu e se sente traída caso alguém te deixe “de fora” de um programa. Acha que seguir o dia a dia do parceiro na vida e nas redes sociais é prova de amor e não consegue imaginar uma vida mais leve e livre.

Brincadeiras à parte, ciúme é coisa séria. E é por isso que eu pensei em criar um Termômetro do Ciúme. Viu como todo mundo tem ciúme – em menor ou maior grau? Vem fazer parte do Clube da Ciumenta! Juntas vamos mais longe! Mais informações e inscrições: https://bit.ly/2Hs8i1S. E, se você ainda não baixou meu e-book gratuito “Ciúme, 5 Dicas para se Livrar desse Mal”, não perca tempo! Acesse https://www.amarildas.com.br/ e ótima leitura.

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Diga não à hipocrisia! Por mais verdade nos relacionamentos!

Muitas vezes, aquilo de que reclamamos no outro nada mais é do que um reflexo do nosso próprio comportamento. Você se avalia antes de julgar? Vamos combinar de pôr um fim à hipocrisia nos relacionamentos?

 

Relacionamento saudável a dois exige reciprocidade e verdade. Por isso, quero iniciar uma campanha pelo fim da hipocrisia em nossas relações. Quantas vezes pontuamos algo em quem está ao nosso lado e nos esquecemos de avaliar se não temos, nós mesmas, a mesma característica ou o mesmo comportamento? É fácil apontar o dedo para o outro. Muito mais difícil é se autoavaliar e se colocar no lugar dele, não é mesmo?

Mas, o que é hipocrisia, afinal? Segundo a definição dos dicionários, hipocrisia é o ato de FINGIR ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos. Tem a ver com falsidade, dissimulação. É quando a gente condena, julga e critica algo no outro e, no fundo, é, pensa ou age da mesma forma. E essa é uma situação muito comum nos relacionamentos: julgar o que o outro faz, sem perceber que fazemos exatamente a mesma coisa. Só que, talvez, a gente faça escondido, longe dos olhares do outro. Ou pior, achamos que quando é com a gente, tudo bem. O outro é que está errado e que tem que agir a nosso bel prazer, sabe?

Agora, pense comigo nesse outro cenário: quantas vezes você gostaria muito de ser, agir ou se comportar exatamente como a pessoa, mas, por não se sentir capaz ou por acreditar que não pode, (seja por convenção social ou familiar, ou pelo seu conjunto de crenças), julga e condena o outro? Sim, às vezes, condenamos no outro, posturas que nós mesmas desejaríamos ter! Provavelmente, se nos sentíssemos livres e capazes, agiríamos da mesma forma. E, por não nos permitirmos, criamos nossas próprias regras e limites e impomos ao outro, para, assim, nos sentirmos melhor dentro do nosso próprio código de comportamento.

A questão é que nenhum relacionamento pode ser leve, agradável e duradouro num ambiente repleto de cobranças, regras impostas e espelhamento mal resolvido. É por tudo isso que eu quero começar uma campanha pelo fim da hipocrisia nos relacionamentos. Imagine alguém que cobra pontualidade, mas nunca é pontual? É exatamente disso que estou falando! E, claro, esse é apenas um simples exemplo. Leve esse conceito para o seu relacionamento e descubra em que situações você tem sido hipócrita.

Faça uma autoanálise. Tenha mais empatia. Pegue mais leve. Por mais verdade e menos julgamentos. Por comportamentos que sejam reais e condizentes com nossos sentimentos – sem a preocupação sobre estarem de acordo com o que nossos pais ou amigas pensam ou com o que é considerado ideal. Ideal é ser feliz, natural é seguir o nosso coração. O resto é só hipocrisia e projeção.

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Quem aí tem ciúme?

Você é do tipo “ciumenta – sim, com orgulho” ou “ciumenta – eu? Imagina!”? O fato é que o ciúme ronda muitas relações, semeia brigas e atrapalha a vida de muitos casais. Mas e aí, o que fazer?

Sabe quando a gente sente um medo danado de perder alguém? Ou quando a ideia de que podemos ser trocadas por outra pessoa nos aterroriza? O nome disso é ciúme. E só quem já sentiu na pele sabe o quanto é desconfortável. Fruto da insegurança, das crenças limitantes, das imposições sociais, da falta de amor-próprio, o ciúme é um sentimento nocivo capaz de tomar conta silenciosamente das nossas vidas.  

Longe de ser um tempero, o ciúme é, na verdade, um dos piores ingredientes que um relacionamento poderia ter. Essa história de que ciúme apimenta o relacionamento, de que tem que ter um pouco, de que é demonstração de cuidado com o que “é seu” são crenças tão erradas, mas tão erradas, que vêm desestruturando as emoções e destruindo as relações há séculos. Lembre-se que:

  1. Ninguém nos pertence, portanto, o medo de “perder” alguém é infundado;

  2. Se você acredita que pode ser traída se der espaço, esse é um problema de insegurança seu, e não do outro;

  3. Ciúme não é prova de amor, não confunda as coisas. Amor de verdade é confiança, liberdade, é estar junto por querer, não por pressão ou obrigação;

E tem mais! Se você acha que ficar “em cima”, de marcação fechada, cheia de cuidados excessivos, bancando a detetive, rastreando mensagens, ligando a cada 15 minutos para saber onde o outro está, pode evitar uma traição, saiba que está muito enganada. Muitas vezes, essa sensação de sufocamento, de falta de espaço, de falta de confiança é exatamente o que leva o outro a olhar para o lado, a buscar quem o entenda de verdade. A ciumenta não entende que o ciúme, em si, pode ser o grande estopim para uma traição. Fique esperta!

Você sofre desse mal? Perde o sono e vive desconfiando de tudo e de todos? Acredite, você não está sozinha! Muitas mulheres vivem relações doentes por conta do ciúme excessivo. Na verdade, tem gente que perde muito mais do que o sono: perde a noção, perde o chão, perde a cabeça e acaba até perdendo quem diz tanto amar.

Procure controlar seus sentimentos e seus pensamentos. Na maioria das vezes, o ciúme surge de um simples pensamento que gera um sentimento ruim. Então, em vez de deixar que o pensamento cresça dentro de você, que alimente seus fantasmas internos e tome conta de você, corte-o pela raiz. Pensamentos podem e devem ser mudados quando nos prejudicam. Não permita que os pensamentos negativos se tornem obsessivos e que te envenenem por dentro. E, se você precisa de ajuda, fique tranquila. Eu acabei de lançar um e-Book onde falo exatamente sobre o ciúme e como se livrar dele. Para baixar, é só clicar aqui: https://www.amarildas.com.br/.

Depois, venha fazer parte do “Clube da Ciumenta” – um grupo de apoio para mulheres ciumentas com encontros online quinzenais. Vamos trabalhar, juntas, rumo a relações mais saudáveis? Espero você! Para saber mais e se inscrever, clique em: https://www.amarildas.com.br/clubedaciumenta.

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